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Auxílio Brasil começa a pagar R$ 600 a 20,65 milhões nesta segunda

Nesta segunda-feira (19)

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Nesta segunda-feira (19), o Auxílio Brasil de R$ 600 começa a ser pago a 20,65 milhões de famílias. Neste mês, segundo o Ministério da Cidadania, foram incluídas 450 mil pessoas no programa de transferência de renda, e o repasse total é de R$ 12,47 bilhões.

O calendário de pagamento começa com os beneficiários com NIS (Número de Inscrição Social) de final 1. O cronograma escalonado de repasses segue até 30 de setembro, para as famílias com NIS 0 (confira a tabela abaixo).

O valor pode ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, sem a necessidade de ir a uma agência para realizar o saque. Pelo app, é possível realizar compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos com o cartão de débito virtual e QR Code.

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Os beneficiários também podem efetuar o pagamento de contas de água, luz, telefone, gás e boletos em geral pelo próprio aplicativo ou lotéricas. Quem recebe o pagamento por meio de cartão pode manter o saque pelos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e correspondentes, bem como pelas agências da Caixa.

Confira o calendário do Auxílio Brasil de setembro

NIS final 1 – 19 de setembro

NIS final 2 – 20 de setembro

NIS final 3 – 21 de setembro

NIS final 4 – 22 de setembro

NIS final 5 – 23 de setembro

NIS final 6 – 26 de setembro

NIS final 7 – 27 de setembro

NIS final 8 – 28 de setembro

NIS final 9 – 29 de setembro

NIS final 0 – 30 de setembro

Perfil

Entre os beneficiários, 82% são de famílias cuja responsável é mulher. Isso significa que, dos 20,65 milhões de lares que vão receber o Auxílio Brasil neste mês, 16,85 milhões têm como responsável principal uma pessoa do sexo feminino.

Na divisão por regiões, o Nordeste continua sendo a que concentra o maior número de famílias atendidas: 9,58 milhões. Na sequência, aparecem o Sudeste (6,11 milhões), o Norte (2,48 milhões), o Sul (1,37 milhão) e o Centro-Oeste (1,08 milhão).

Já no corte por unidades federativas, a Bahia é o estado com maior abrangência de contemplados: são 2,53 milhões de famílias. A lista segue com São Paulo (2,48 milhões), Rio de Janeiro (1,74 milhão), Pernambuco (1,65 milhão), Minas Gerais (1,59 milhão) e Ceará (1,45 milhão).

O aumento de beneficiários faz parte da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Benefícios Sociais, promulgada pelo Congresso Nacional. A medida autoriza o governo federal a gastar R$ 41,2 bilhões para conceder benefícios sociais apenas até o fim do ano.

Além de aumentar o valor de R$ 400 para R$ 600 até dezembro, a PEC concede um auxílio financeiro a caminhoneiros e taxistas e amplia o valor do Auxílio Gás.

Quem tem direito?
Para receber o Auxílio Brasil, as famílias devem atender a parâmetros de elegibilidade e ter os dados atualizados no CadÚnico (Cadastro Único) nos últimos 24 meses. Além disso, é preciso que não haja divergência entre as informações declaradas no cadastro e as que estão em outras bases de dados do governo federal.

Para a inclusão no programa, o principal critério é a renda mensal calculada por pessoa da família, que corresponde à soma de quanto cada integrante ganha por mês, dividida pelo número de pessoas que moram na casa.

• Se a renda mensal por pessoa for de até R$ 105 (situação de extrema pobreza), a entrada no programa poderá acontecer mesmo que a família não tenha crianças nem adolescentes.

• Se a renda por pessoa for de R$ 105,01 a R$ 210 (situação de pobreza), a inclusão só será permitida se a família tiver, em sua composição, gestantes, crianças ou adolescentes.

Quem está em uma dessas situações, mas ainda não fez a matrícula no CadÚnico, precisa se inscrever e aguardar a análise informatizada, que avalia todas as regras do programa. A seleção é realizada de forma automática, considerando a estimativa de pobreza, a quantidade de famílias atendidas em cada município e o limite orçamentário anual do Auxílio Brasil, por meio do Sibec (Sistema de Benefícios ao Cidadão).

Acreonline.net

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.mortos sobe para 3.000 após terremoto na Turquia e na Síria

Ao menos 3.000 pessoas morreram

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Ao menos 3.000 pessoas morreram após terremoto na Turquia e na Síria
Tremor de magnitude 7,9 foi sucedida por outros 50 sismos, incluindo outro de magnitude 7,9
Segundo autoridades, ainda existem muitas pessoas presas nos escombros de prédios
Autoridades continuam tentando resgatar vítimas dos escombros de prédios
Autoridades continuam tentando resgatar vítimas dos escombros de prédios

O número de mortos no terremoto de segunda-feira (6) na Turquia e na Síria subiu para mais de 3.000, de acordo com um novo balanço divulgado pelas autoridades de ambos os países.

O serviço de emergência da Turquia informou que pelo menos 1.762 pessoas morreram no tremor de magnitude 7,8.

Adicionado a esse número estão outras 1.293 mortes registradas na Síria, 593 em regiões controladas pelo governo e pelo menos 700 em áreas controladas por rebeldes.

O total nos dois países subiu para 3.055 mortes.

“A situação é muito grave, muitas pessoas ainda estão sob os escombros dos prédios”, disse o cirurgião Majid Ibrahim, do hospital Al Rahma, na cidade síria de Darkush.

O tremor foi sentido às 04:17 (horário local) e ocorreu a uma profundidade de 17,9 km, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, segundo a sigla em inglês). O epicentro foi localizado no distrito de Pazarcik, no sudeste da Turquia, a cerca de 60 km da fronteira com a Síria.

Cerca de cinquenta tremores secundários foram registrados, incluindo um de magnitude 7,5 que atingiu a área nove horas depois, 4 km a sudeste de Ekinozu.

R7

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Fortes ventos e queda de temperatura hoje em todo Acre

O pesquisador Davi Friale

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O pesquisador Davi Friale, o mago do tempo como é conhecido, gravou um vídeo Hoje (6) confira

Por AcreOnline.

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Inep altera cronograma do Censo Escolar da Educação Básica 2023

O Instituto Nacional de Estudos

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou hoje (6), no Diário Oficial da União, portaria alterando algumas datas do cronograma de atividades do Censo Escolar da Educação Básica 2023.

O censo é a principal pesquisa estatística da educação básica no país. Os dados coletados no levantamento servem de base para o repasse de recursos do governo federal e para o planejamento e divulgação de dados das avaliações realizadas pelo Inep.

O levantamento – dividido em duas etapas – também auxilia na compreensão da situação educacional do país e no acompanhamento da efetividade das políticas públicas, uma vez que são apuradas informações sobre os estabelecimentos de ensino, turmas, alunos, gestores e profissionais em sala de aula.

Com as alterações divulgadas nesta segunda-feira, em Brasília, agora a disponibilização do Sistema Educacenso para declaração de dados será no dia 31 de maio próximo. No calendário anterior, o início estava previsto para 24 de maio. No dia 31 de maio, também terá início a coleta de dados da Matrícula Inicial, compreendendo os processos de digitação e exportação. O prazo para o encerramento da coleta será no dia 31 de julho deste ano.

Já o envio dos dados preliminares ao Ministério da Educação para publicação no Diário Oficial da União passará de 18 de agosto para o dia 23 do mesmo mês.

O envio ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) dos dados finais homologados do Censo Escolar da Educação Básica 2023, para o cálculo dos coeficientes de distribuição do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), passará do dia 8 de dezembro para o dia 10 do mesmo mês.

Dados finais
Outra data alterada diz respeito ao envio ao Ministério da Educação de dados finais declarados e homologados do Censo Escolar da Educação Básica 2023, que deverá ser feito agora no dia 11 de dezembro. O cronograma anterior previa esse envio no dia 8 de dezembro. A preparação dos dados finais para divulgação agora será feita no período de 11 de dezembro de 2023 a 26 janeiro de 2024.

A divulgação das Sinopses Estatísticas da Educação Básica pelo Inep será feita no dia 31 de janeiro do próximo ano.

A portaria também altera o cronograma para a coleta dos dados de rendimento e movimento escolar dos alunos declarados na primeira etapa de coleta do Censo Escolar 2023, compreendendo a digitação e exportação de dados, que deverá ser realizada entre 1º de fevereiro e 11 de março de 2024.

Taxas de rendimento
A disponibilização das taxas de rendimento preliminares e dos relatórios por escola no módulo Situação do Aluno, para conferência, ratificação e retificação de eventuais erros, pelos gestores municipais e estaduais será feita no dia 1º de abril do próximo ano.

A disponibilização do módulo Situação do Aluno para conferência, ratificação e retificação de eventuais erros também será aberta nessa data, com previsão de término no dia 15 de abril.

No mesmo período será executada a conferência, ratificação e retificação de eventuais erros nas informações prestadas no período de coleta da Situação do Aluno 2022.

A portaria altera ainda as datas para a verificação final dos dados processados após o período de conferência, ratificação e retificação de eventuais erros, no módulo Situação do Aluno, que será promovida de 16 a 30 de abril de 2024.

Já a disponibilização dos relatórios por escola no módulo Situação do Aluno, contendo os dados finais de rendimento e movimento escolar, será no dia 10 de maio do próximo ano. Por fim, a divulgação dos indicadores de rendimento escolar no portal do Inep será no dia 10 de maio de 2024.

 

Por Kleber Sampaio

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