Conecte-se conosco

Política

Programa de redução de jornada e salário será renovado, diz Bolsonaro

Publicado

em

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25) que o governo vai reeditar o programa que permite a redução de jornadas e salários ou suspensão do contrato de trabalho. O Benefício Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda (BEm), como foi batizado o programa, vigorou até o final do ano passado e, segundo o governo, ajudou a preservar cerca de 10,2 milhões de empregos e mais de 1,5 milhão de empresas.

“O nosso conhecido BEm está em vias entrar em campo pela segunda vez, fazendo com que aproximadamente 11 milhões de pessoas não percam o seu emprego”, afirmou o presidente durante uma cerimônia, no Palácio do Planalto, para anunciar a nova linha de crédito da Caixa Econômica Federal para as Santas Casas e demais hospitais filantrópicos.

Bolsonaro também afirmou que o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) deverá atender o setor de bares e restaurantes, um dos que mais têm sido afetados pela crise. O Pronampe foi criado em maio do ano passado para auxiliar financeiramente os pequenos negócios e, ao mesmo tempo, manter empregos durante a pandemia de covid-19.

As duas medidas se somam à retomada do Auxílio Emergencial, também citada pelo presidente em seu discurso, e que dessa vez deve atender cerca de 45,6 milhões de famílias ao custo de R$ 43 bilhões. “Iniciaremos agora, no início do mês de abril, um prolongamento desse programa, com quatro parcelas que, em média, equivalem a R$ 250. Sabemos que não é muito, mas representa algo para quem realmente necessita.”

Santas Casas
Na solenidade no Planalto, o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou a destinação de R$ 3,4 bilhões para uma linha de crédito voltada às Santas Casas e hospitais filantrópicos. Ele também confirmou a possibilidade de uma pausa de 180 dias nos contratos de crédito em andamento desses hospitais com o banco, a ampliação do prazo de pagamento de 84 para 120 meses (de 7 para 10 anos), além da disponibilização da nova modalidade de crédito com taxa pós-fixada de 0,29% ao mês + Certificado de Depósito Bancário (CDI), totalizando 6,3% ao ano.

“As taxas de juros para as Santas Casas chegavam a mais de 25% ao ano e, como vocês vão ver, nós reduzimos para algo em torno de 6%, com um volume muito grande de pausas, e querendo chegar a todas as 1.650 Santas Casas de todo o Brasil”, afirmou Guimarães.

Atualmente, cerca de 290 entidades são atendidas pela linha Caixa Hospitais, destinada a instituições privadas que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS) e podem adiantar recursos a receber do Ministério da Saúde. Ao todo, essas instituições abrigam 36 mil leitos hospitalares e 7 mil leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os empréstimos de R$ 3,4 bilhões representam aproximadamente 35% das dívidas dessas instituições no mercado financeiro.

No ano passado, o banco havia reduzido a taxa média do Caixa Hospitais em 45% na comparação com os juros cobrados até 2018. Segundo a Caixa, a nova linha de crédito permitirá às entidades acessarem condições ainda melhores, de acordo com o perfil.

Pedro Ivo de Oliveira

Continue lendo

Política

Sena Madureira elege três deputados estaduais e dois federais e tira o Juruá do pódio

As eleições do último domingo

Publicado

em

As eleições do último domingo (2) não mudaram apenas os rostos das lideranças no exercício dos principais cargos de representação política do Estado, como foi o caso dos Deputados Federais, cuja renovação na Câmara foi de cem por cento – primeiro porque, dos oito deputados, três deixaram de concorrer (Vanda Milani, Mara Rocha e Alan Rick disputaram cargos majoritários) e assim abriram três novas vagas.

Na nova configuração política e geográfica de poder no Estado, a segunda região política do interior no Acre deixa de ser Cruzeiro do Sul e o Juruá. A segunda região mais populosa e em importância econômica do Estado se deslocou do Juruá para o Iaco e Purus, notadamente para o município de Sena Madureira. O eleitorado da região, que corresponde à 3ª Zona eleitoral, a qual inclui os municípios de Manuel Urbano, Santa Rosa do Purus e Sena Madureira, com mais de 25 mil votos, elegeu pelo menos três deputados estaduais e dois deputados federais.

Os federais, eleitores de Sena Madureira foram os deputados estaduais Gerlen Diniz, do PP, que obteve 19.560 votos, e Meire Serafim (União Brasil), esposa do prefeito Mazinho Serafim, obteve 21.285. Os dois serão substituídos na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) por Gene Diniz (Republicanos), que vem a ser irmão de Gerlen Diniz, e foi eleito com 5.512 votos, e por Gilberto Lira, o atual vice-prefeito de Sena, eleito pelo União Brasil com 8.407 votos.

De Sena, também foi eleito o bancário Pablo Bregense, do PSD, com pouco mais de 5 mil votos.

Correndo por fora, eleito basicamente por Manuel Urbano, município distante pouco mais de 80 quilômetros de Sena Madureira, também foi eleito o ex-prefeito local Tanízio Sá, do MDB, eleito com 5.703 votos. Embora não seja exatamente de Sena Madureira, ele se considera um parlamentar da região e concorda com a mudança na configuração geográfica de poder no Acre.

Continue lendo

Política

Deputados Estaduais Eleitos

Os eleitores do Acre definiram

Publicado

em

Os eleitores do Acre definiram, na eleição deste domingo (2), os nomes que ocuparão as 24 vagas da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O PDT foi o partido com mais deputados eleitos. O governador reeleito, Gladson Cameli, deve contar com a maioria da Casa. Em 2022, as vagas foram disputadas por 359 candidatos, segundo dados disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Confira abaixo a lista dos eleitos:

Nicolau Junior (Progressistas) – 16.636 votos (reeleito);

Maria Antônia (Progressistas) – 10.485 votos (reeleita);

Emerson Jarude (MDB) – 8.540 votos;

Manoel Moraes (Progressistas) – 8.479 votos (reeleito);

Gilberto Lira (União Brasil) – 8.407 votos;

Clodoaldo Rodrigues (Republicanos) – 8.227 votos;

André da Droga Vale (Podemos) – 8.157 votos (reeleito);

Pedro Longo (PDT) – 7.732 votos (reeleito);

Tchê (PDT) – 7.390 votos (reeleito);

Fagner Calegário (Podemos) – 7.112 votos;

Luiz Gonzaga (PSDB) – 6.680 votos;

Whendy Lima (União Brasil) – 6.673 votos (reeleito);

Tadeu Hassem (Republicanos) – 6.175 votos;

Adailton Cruz (PSB) – 6.157 votos;

Drª Michelle Melo (PDT) – 5.990 votos;

Edvaldo Magalhães (PCdoB) – 5.822 votos (reeleteito);

Afonso Fernandes (PL) – 5.731 votos;

Antonia Sales (MDB) – 5.720 votos (reeleita);

Tanizio Sá (MDB) – 5.703 votos;

Chico Viga (PDT) – 5.601 votos (reeleito);

Gene Diniz (Republicanos) – 5.512 votos;

Arlenilson Cunha (PL) – 5.471 votos;

Pablo Bregense (PSD) – 5.386 votos;

Eduardo Ribeiro (PSD) – 4.810 votos.

g1

Continue lendo

Política

Acreana Marina Silva é eleita deputada federal por São Paulo

A ex-ministra do Meio Ambiente

Publicado

em

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede – SP) foi eleita neste domingo deputada federal por São Paulo, com 237.526 votos. Marina, que é acreana e foi senadora pelo Acre, estava há 11 anos afastada do parlamento.

No inicio da campanha, Marina foi cotada para assumir o posto de vice na chapa de Fernando Haddad (PT – SP) ao governo paulista, mas optou por disputar uma vaga na Câmara Federal.

“Estou honrada por representar 237.521 paulistas que acreditam na necessidade de promover as transformações que reduzam nossas desigualdades e criem as condições para um ciclo de prosperidade, que não cause danos ao nosso patrimônio ambiental. Vamos cuidar de São Paulo e do Brasil”, afirmou Marina por meio de suas redes sociais.

A acreana já foi vereadora de Rio Branco e deputada estadual pelo Acre. Em 1994 foi eleita para o Senado Federal, cargo que se manteve nas eleições de 2002. Em seguida, foi escolhida pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir a pasta do Meio Ambiente.

Em 2008, Marina deixou o ministério, assim como o PT – partido do qual foi uma das fundadoras no Acre – por divergências em relação à condução de políticas ambientais. Ela voltou ao Senado para terminar o mandato, que durava até 2010, e filiou-se ao PV.

Após concorrer duas vezes as eleições presidenciais e ficar em terceiro lugar, em ambas as disputas, Silva se reaproximou do PT nas eleições deste ano, anunciando seu apoio a Lula. No Acre, Marina apoiou o candidato do PSOL, Nilson Euclides, para o governo do Acre.

RECEBA NOTÍCIAS NO CELULAR

Continue lendo

Trending