Rio Iaco apresenta nova vazante em Sena Madureira

O nível das águas do Rio Iaco continua baixando em Sena Madureira, de acordo com dados oficiais repassados pela Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros

O nível das águas do Rio Iaco continua baixando em Sena Madureira, de acordo com dados oficiais repassados pela Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, o manancial amanheceu medindo 18,00 metros na manhã desta terça-feira (23), portanto houve uma baixa de 12 centímetros entre as 18 horas de ontem e às 06 da manhã desta presente data.

Ainda que de forma lenta, essa baixa enche a população de esperança de que o afluente possa finalmente apresentar uma boa vazante, e com isso, tenham a oportunidade de voltar para suas residências. Pelas medições realizadas ontem e hoje, o Rio deu o primeiro sinal de vazante ainda ontem ao meio dia, quando às 06 da manhã media 18,15, ao meio dia 18,14, e às 18 horas 18,12.
Vale destacar que os órgãos competentes só recomendam a volta das famílias para casa, após o afluente ficar abaixo da cota de alerta que é de 14 metros, portanto até lá terão que esperar e continuar torcendo para que essa baixa tenha continuidade.

Até o momento, a cheia afetou em torno de 18 mil pessoas em Sena Madureira. Desabrigando várias famílias, e deixando bairros inteiros debaixo d’água, como é o caso do bairro Vitória, Segundo Distrito e Praia do Amarilho. Para acolher as famílias, a Prefeitura Municipal abriu mais de 40 abrigos entre ginásios, igrejas, escolas, Garagem Municipal, AABB, dentre outros.

Quase 2000 pessoas estão abrigadas, e a gestão municipal fornece alimentação diária para todas, para isso, montou 04 cozinhas industriais localizadas nas escolas municipais Siqueira de Menezes, Messias Rodrigues de Souza, Gutemberg Modesto da Costa e ainda na sede da AABB.

São preparadas em torno de 4000 mil refeições por dia, entre café da manhã, almoço e janta. É importante destacar que as doações de alimentos não perecíveis por parte de voluntários, empresários e comerciantes tem sido fundamental no tocante à alimentação das famílias alojadas.

Por Ricardo Amaral

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