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Política

Prefeito Tião Bocalom decreta situação de emergência em Rio Branco

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, decretou, na noite desta terça-feira, 16, situação de emergência em Rio Branco

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, decretou, na noite desta terça-feira, 16, situação de emergência em Rio Branco, devido ao transbordamento do Rio Acre, a pandemia de covid-19 e a epidemia de dengue, que juntos causam grandes crises social e de saúde para a população.

O decreto também se justifica a partir do momento em que 24 bairros da capital foram atingidos pelas águas. O nível do rio Acre atingiu a cota dos 15,70 metros, às 18h. Até o momento, 2.746 residências estão alagadas totalizando 13.700 pessoas desalojadas. 300 delas precisaram ser removidas de suas casas pela Defesa Civil de Rio Branco. Algumas famílias já começaram a ser instaladas no Parque de exposições na tarde de hoje.

Major Falcão mostrou o diagnóstico para que o prefeito decretasse situação de emergência (Foto: Dircom)
“Através da decretação de situação de emergência, feita pela prefeitura de Rio Branco, é possível viabilizar a rapidez na resposta das ações, das operações buscando os recursos necessários e complementares junto ao Governo Federal. Diante do cenário de crise pelo qual Rio Branco está passando com previsão de muita chuva, com previsão do aumento no nível dos rios e especialmente do rio Acre, atingindo cada vez mais bairros e mais pessoas, se justifica a decisão do prefeito Tião Bocalom, de assinar o decreto de situação de emergência, indicado pela Defesa Civil Municipal”, explicou o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Cláudio Falcão.

O prefeito Tião Bocalom disse que o levantamento já foi feito e que agora as famílias atingidas precisam de reforço para serem ajudadas. “A gente precisa pensar que agora, as famílias precisam ter um suporte e nós decretamos situação de emergência para cuidar delas da melhor maneira que for possível. Não há outro objetivo no momento”, enfatizou o prefeito.

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Política

Comissão da Câmara aprova relatório da reforma administrativa

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou

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A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou, hoje (23), o relatório do deputado Arthur Maia (DEM-BA) à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20, da reforma administrativa. Foram 28 votos favoráveis e 18 contrários. O texto foi apresentado por Maia no final da manhã e retoma vários pontos da PEC encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional em setembro do ano passado.

Entre os pontos retomados pelos parlamentares está a redução em até 25% de salários e jornada de servidores públicos e a previsão da União, estados e municípios firmarem contrato com órgãos e entidades, públicos e privados, para a execução de serviços públicos. O texto retoma ainda a previsão de contratação temporária de servidores pelo período de até 10 anos. A versão anterior do relatório previa um período máximo de seis anos.

No parecer de Maia, estão proibidos o aumento de remuneração ou de parcelas indenizatórias com efeitos retroativos; as férias em período superior a 30 dias pelo período aquisitivo de um ano e a aposentadoria compulsória como modalidade de punição.

O parecer de Maia também determina que “é nula a concessão de estabilidade no emprego ou de proteção contra a despedida para empregados de empresas públicas, sociedades de economia mista e das subsidiárias dessas empresas e sociedades por meio de negociação, coletiva ou individual”.

No caso do Legislativo, o texto da reforma retira a competência do Poder para dispor sobre a criação e extinção de ministérios e órgãos da administração pública.

O texto também trouxe modificações nos critérios para a abertura de processos administrativos para a perda de cargo de servidor. A proposta facilita a abertura do processo, prevendo que o servidor será processado depois de duas avaliações insatisfatórias consecutivas ou três intercaladas, no período de cinco anos. O relatório anterior instaurava os processos depois de três avaliações ruins consecutivas ou cinco intercaladas.

Críticas
O parecer aprovado foi criticado pela oposição, que argumentou que o novo relatório foi apresentado sem tempo hábil para análise e que retomou pontos já superados.

Ontem (22), parlamentares do PT, PCdoB, PSOL, PDT, Rede, PSB, Solidariedade e PV anunciaram que os partidos fecharam questão contra a proposta.

De acordo com a deputado Ivan Valente (PSOL-SP), a PEC prejudica não só os servidores, mas, principalmente, a população mais carente, que necessita da prestação de um serviço público de qualidade.

“Se você faz alguma mudança no serviço público, é para melhorar a qualidade, melhorar o atendimento público, e para garantir direito dos trabalhadores, não o contrário. O que assistimos de ontem para hoje é incrível, porque é um relatório da retaliação”, disse o deputado.

Segundo o deputado Gervásio Maia (PSB-PB), o texto apresentado enfraquece o Estado, e promove uma desvalorização das carreiras que exercem os serviços públicos. O deputado citou a volta do artigo 37-A, que prevê que a União, estados e municípios possam fazer contratos com a iniciativa privada para a prestação de serviços públicos.

“É a abertura de porteira para a destruição do serviço público. A partir da votação da PEC, por esse texto todos poderão ser contratados temporariamente ou por meio da privatização com organizações sociais. Estão abrindo a porteira para a consolidação da privatização do serviço público. Um prefeito que não teve apoio dos servidores públicos da educação, esse prefeito vai poder afastar os servidores e fazer acordo com a iniciativa privada”, disse.

Elogios
Já o vice-líder do governo na Câmara, Evair Vieira de Melo (PP-ES), elogiou a proposta. Ele disse que o governo não atuou para pressionar pelas mudanças no texto. “O governo, em momento algum, operou coma máquina pública para que tivesse algum direcionamento do nosso relator”, disse.

Deputados favoráveis a reforma, defenderam o texto, com o argumento de que a iniciativa vai proporcionar avaliação de desempenho dos servidores e a melhoria dos serviços.

“Nosso reiterado compromisso com uma reforma administrativa que valorize o Estado e faça uma avaliação de desempeno criteriosa para aqueles que, como existe em qualquer profissão, não desempenham suas tarefas possam ser desligados”, argumentou o deputado Marcel Van Hatten (Novo-RS).

No momento, a comissão analisa os destaques ao texto substitutivo.

Fernando Fraga

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Prefeitura de Capixaba realiza palestra sobre “Depressão na Juventude”

Em 10 de setembro do ano de 2003, a Organização Mundial da Saúde

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Em 10 de setembro do ano de 2003, a Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu a respectiva data para ser o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. E o mês de setembro, batizado como Setembro Amarelo, foi escolhido o mês para a intensificação da prevenção do suicídio.

Em alusão a esta campanha, a Prefeitura Municipal de Capixaba, através da Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), e em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, realizaram nesta quarta-feira (22/09), uma palestra com o tema “Depressão na Juventude”.

A palestra foi dirigida pelas palestrantes Dra. Angela Maria, e a psicóloga Lillyanne Tessinari, onde aproveitaram para conversar e sanar dúvidas dos ouvintes presentes. E dentre os tópicos abordados, foi pautado sobre como o índice de depressão tem aumentado entre os jovens brasileiros nos últimos anos, a visão da sociedade sobre a depressão em diferentes gerações, os sintomas da doença, e a importância de dialogar sobre o tema com a nossa população.

Estiveram prestigiando a palestra, o Delegado de Polícia Civil, Doutor Aldizio Neto, a secretária Rakel Vieira, a coordenadora do CAPS Nayma Brito, e o conselheiro William Tessinari. A Prefeitura Municipal de Capixaba, na pessoa do prefeito Manoel Maia e do vice-prefeito Richard Lima, abraça essa causa tão linda e importante, e considera indispensáveis o diálogo e a conscientização da população sobre a prevenção ao suicídio. Agir salva vidas!

Prefeitura de Capixaba

Secretaria Municipal de Saúde

Centro de Atenção Psicossocial

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Em Brasília, Márcio Bittar e Alan Rick discutem fusão PSL/DEM

O senador Márcio Bittar e o deputado federal Alan Rick

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O senador Márcio Bittar e o deputado federal Alan Rick estiveram reunidos nesta semana com Luciano Bivar, presidente nacional do PSL e ACM Neto, presidente nacional do Democratas para tratar sobre a fusão PSL/DEM. Na reunião, também estiveram presentes o presidente do Democratas no Acre, Jairo Cassiano, o deputado estadual Antônio Pedro e o prefeito de Capixaba, Manoel Maia, ambos do Democratas.

Em entrevista franqueada à imprensa, Jairo Cassiano disse que não há qualquer desavença com o senador Márcio Bittar no que tange ao comando do novo partido que será formado, pelo contrário, estão sendo feitas articulações para o fortalecimento da nova sigla no Acre. “Estamos nos propondo a ajudar em todo esse processo. Temos um grande apreço pelo senador Márcio Bittar e a meta é a união. É notório que o deputado federal Alan Rick é pre-candidato ao senado assim também como a Márcia Bittar. Somos da base do governador Gladson Cameli e vamos continuar trabalhando pelo nosso Acre”, comentou.

O deputado federal Alan Rick, maior liderança do Democratas no Acre também considera fundamental o diálogo nesse momento. “O senador Márcio Bittar tem o nosso respeito. Vamos buscar o diálogo e cumprir as normas que a Nacional determina, discutindo a boa política para fazer a diferença na vida das pessoas.

É nítido também a relação cordial do senador Márcio Bittar com os integrantes do Democratas no Acre. Mediante a fusão PSL/DEM será criado um novo Estatuto, uma nova sigla e novo número.

O atual presidente do DEM no Acre, Jairo Cassiano, desfruta da confiança do deputado federal Alan Rick, além de ter boa relação com Márcio Bittar. Com isso, seu nome estará na mesa de discussão para presidir a nova sigla no Estado.

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