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Ampliação do efetivo policial reforça a Segurança Pública do Acre

Mesmo em um período pandêmico em que todas as atenções estão voltadas em resolver os problemas causados pela Covid-19, a Segurança foi um dos setores da Administração Pública que mais recebeu investimentos do governo do Acre, em pouco mais de dois anos de gestão.

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Mesmo em um período pandêmico em que todas as atenções estão voltadas em resolver os problemas causados pela Covid-19, a Segurança foi um dos setores da Administração Pública que mais recebeu investimentos do governo do Acre, em pouco mais de dois anos de gestão.
Só na contratação de novos profissionais, foram cinco convocações para cargos efetivos, totalizando mais de 700 homens e mulheres, distribuídos entre as instituições Polícia Militar e Polícia Civil. Um reforço jamais visto na segurança pública, reflexo de um compromisso e respeito com a sociedade acreana.
“Não esperávamos uma pandemia e tivemos que reformular todo o planejamento de gestão. Mesmo com todos os desafios, não deixamos de priorizar um dos setores mais sensíveis que é Segurança Pública. Sabemos que as contratações ainda não são suficientes pra preencher o efetivo ideal de cada instituição, porém, estamos trabalhando para em breve, poder fazer novas convocações”, destacou o governador Gladson Cameli.
Em números, foram contratados nos últimos dois anos 240 policiais militares, 256 policiais civis, entre delegados, agentes, escrivães e auxiliares de necropsia. Mais 15 novos peritos e três médicos legistas. A última convocação foi realizada em março deste ano, quando o governador autorizou o chamamento de mais 200 candidatos em cadastro de reserva do último concurso realizado para a Polícia Militar.
O curso de formação dos aprovados está previsto para acontecer no segundo semestre deste ano e os novos alunos já foram chamados neste mês de junho para a abertura do processo de matrícula, junto ao Centro Integrado de Ensino e Pesquisa em Segurança Pública (Cieps).
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Polícia Civil Prende Homicida

A Polícia Civil em Cruzeiro do Sul

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A Polícia Civil em Cruzeiro do Sul prendeu C.S. da S. de 28 anos pelo crime de homicídio.
O crime ocorreu em 21 de maio de 2022 quando o autor invadiu um bar e efetuou vários disparos de arma de fogo contra Pedro Paulo Lima Verde, de 28, que veio a óbito no local.

Ao tomar conhecimentos dos fatos, a Polícia Civil deu início as investigações, identificou o autor e representou por sua prisão sendo efetuada nesta manhã.

O preso foi encaminhado a delegacia para procedimento praxe e em seguida colocado a disposição da justiça.

Ascom

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Delegado Geral de Polícia Civil realiza visita institucional ao Ministério Público

O Delegado-Geral de Polícia Civil do Acre

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O Delegado-Geral de Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, realizou visita ao Procurador Chefe do Ministério Público do Acre, Danilo Lovisaro, para estreitamento das relações entre as instituições.

O Ministério Público tem como função constitucional a promoção do inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos.
Para o Delegado-Geral,
“O trabalho integrado das instituições é de fundamental importância no fortalecimento da segurança pública sobretudo no combate firme ao crime organizado. A percecução penal é atividade investigatória e também da processual penal, com o exercício da ação penal. Trata-se da movimentação da máquina estatal diante da realização de um ilícito penal”, pontuou Delegado-Geral José Henrique.

Para o Procurador Chefe do Ministério Público do Acre, Danilo Lovisaro, o estreitamento das relações e de fundamental importância.

“ É fundamental uma relação mais estreia entre o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), sendo que faz parte das diretrizes da minha atuação o estreitamento das ralações institucionais e o enfrentamento as organizações criminosas do estado”, finalizou Lovisaro.

Ascom

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MP Eleitoral e PF deflagram Operação “Kleroterion” em Tarauacá

Na manhã desta quarta-feira

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Na manhã desta quarta-feira (25), o Ministério Público Eleitoral e a Polícia federal deflagraram a operação “Klerotorion” para apurar crimes de corrupção eleitoral ativa e passiva, associação criminosa e peculato ocorridos durante as eleições municipais de 2020 em Tarauacá.

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas casas dos investigados, com a participação de aproximadamente 16 policiais federais. As investigações tiveram início em agosto de 2021, ocasião em que a Delegacia de Polícia Federal de Cruzeiro do Sul descobriu um esquema de compra de votos operado por associação criminosa formada por um vereador, dois ex-secretários de saúde e um servidor público municipal.

Os candidatos investigados ao pleito eleitoral de 2020 negociaram votos com eleitores para os cargos de prefeito(a) e vereador(a), ambos da cidade de Tarauacá. A trama delituosa era concretizada pelos candidatos quando entregavam aos eleitores vantagens diversas como dinheiro, passagens rodoviárias, gêneros alimentícios, dentre outros. Durantes as diligencias policiais, verificou-se que parte dos recursos utilizados na compra de votos era oriundo do cofre público, o que também caracteriza o crime de peculato.

O promotor Eleitoral Júlio César de Medeiros falou sobre a participação do MP Eleitoral na operação.

“Auxiliamos no compartilhamento de relatórios produzidos pelo Núcleo de Apoio Técnico e pelo Lab/LD do MPAC, além da elaboração dos pareceres, garantindo o prévio sigilo da investigação, e atuando para a agilidade na expedição dos mandados de busca e apreensão pelo Poder Judiciário, bem como na disponibilização da estrutura física e de recursos humanos para a realização dos interrogatórios no meu gabinete, na sede da Promotoria de Justiça em Tarauacá”, destacou o promotor.

O nome da operação faz menção à máquina de Justiça utilizada pelos gregos que sorteavam os candidatos que assumiriam posições de autoridade em Atenas. A prática impedia que forças econômicas e religiosas exercessem influência sobre a escolha dos representantes do povo acarretando o monopólio do poder político.

Os envolvidos poderão responder pelos delitos dos art. 299 do Código Eleitoral (corrupção eleitoral), art. 288 (associação criminosa) e 312 (peculato), ambos do Código Penal.

Agência de Notícias do MPAC

* Com informações e foto da Assessoria de Imprensa da Polícia Federal

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