.code-block-center {margin: 8px auto; text-align: center; display: block; clear: both;} .code-block- {} .code-block-default {margin: 8px 0; clear: both;} .ai-align-left * {margin: 0 auto 0 0; text-align: left;} .ai-align-right * {margin: 0 0 0 auto; text-align: right;} .ai-center * {margin: 0 auto; text-align: center; }

Ícone do site AcreOnline

Agricultores familiares poderão ter cooperativas de energia solar com apoio federal

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1707/24, que reserva  400 milhões do Fundo Garantidor de Operações (FGO) para financiar, por 18 meses, projetos de geração compartilhada de energia fotovoltaica em cooperativas voltadas à produção rural. O texto segue para o Senado.

Além disso, a proposta cria dois programas nacionais: o Programa de Florestas Produtivas e o Programa de Sistemas Agroflorestais de Base Agroecológica (Prosaf). Ambos visam integrar produção agrícola, preservação ambiental e geração de energia sustentável, com foco em agricultores familiares, comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas.

O financiamento dos programas virá do Orçamento da União, Pronaf e fundos ambientais, além da conversão de multas em serviços ambientais.

Durante o debate, deputados da oposição criticaram a inclusão dos novos programas, alegando direcionamento político. Já os autores defenderam que a iniciativa promove democratização do acesso à energia renovável, desenvolvimento sustentável e redução de custos para os produtores.

 

 

Compartilhe a notícia:
WhatsAppFacebookXCopy LinkEmailShare
Sair da versão mobile