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MPAC e SESI celebram parceria para acesso a serviços em diversas áreas

O Ministério Público do Estado

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) e o Serviço Social da Industria (SESI/AC) celebraram nesta quarta-feira, 24, um acordo de cooperação técnica visando o acesso de membros, servidores, colaboradores e seus respectivos dependentes, aos serviços disponibilizados por ambas instituições nas mais diversas áreas de atuação no âmbito do Estado do Acre. A parceria foi assinada pelo procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro do Nascimento, e pelo superintendente do SESI/AC, João César Dotto.

Pelo MPAC, também acompanharam a assinatura, a procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais, Rita de Cássia Nogueira, o corregedor-geral Álvaro Luiz Araújo Pereira, o secretário-geral Glaucio Oshiro, o promotor de Justiça ocimar Sales Júnior, o presidente da Associação dos Servidores do MPAC (Assempac), Valmir Ribeiro, e servidores da instituição.

Com a parceria, membros, servidores, colaboradores do MPAC e seus dependentes terão acesso aos serviços de saúde e segurança do trabalho do SESI, por meio de concessão de descontos, sendo que a quantificação do desconto varia conforme a tipologia dos serviços e a necessidade institucional em sua área fim. A parceria também inclui acesso ao centro de promoção da saúde do SESI, com concessão de descontos.

“Esse momento é muito simbólico e eu agradeço ao SESI por ter acolhido essa ideia, a qual possibilita a concretização de algo muito importante voltado ao bem-estar e à saúde dos integrantes do MPAC e das pessoas que fazem parte dessa comunidade. Tenho certeza que muitos irão tirar grandes benefícios das atividades oferecidas”, disse o procurador-geral.

A parceria também garante acesso aos serviços de telemedicina, educação da escola SESI, mediante descontos de 10% dividido em duas etapas: 5% no ato da matrícula e 5% para pagamento da mensalidade antecipada ao dia 05 de cada mês. Para usufruir do desconto objeto da parceria, os beneficiários deverão apresentar declaração da Diretoria de Gestão com Pessoas e/ou comprovante de renda emitida pelo MPAC.

“Agradeço ao Ministério Público pela parceria e coloco o SESI à disposição. Esse momento foi construído junto com o Ministério Público, que tem muito a nos oferecer através de seus serviços de saúde, do Natera, CAV, Napaz, Ceaf. O SESI disponibiliza serviços e programas nas áreas de saúde e segurança, desde laudos técnicos, avaliações ambientais, consultas ocupacionais, ginásticas laborais e vacinação”, explicou Dotto.

Ao SESI, o MPAC disponibiliza os serviços do Centro de Especialidades em Saúde (CES), para auxiliá-los nas diversas ações de promoção da saúde, sejam para o público interno (institucional), ou, para a comunidade em geral; a parceria garante, ainda, acesso aos serviços do Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição (Napaz); Centro de Atendimento à Vítima (CAV); Núcleo de Apoio e Atendimento Psicossocial (Natera) e Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf).

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Líder de facção criminosa é preso pela Polícia Civil em Rio Branco

Na manhã da última quinta-feira

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Na manhã da última quinta-feira, 02, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões – DCORE, prendeu um homem de 25 anos, no bairro tropical. O preso possuía dois mandados de prisão pelos crimes de tráfico de entorpecentes e era investigado pela participação em inúmeros roubos ocorridos na capital.

De acordo com a investigação, o faccionado seria responsável por fazer a negociação dos veículos a serem subtraídos em Rio Branco e destiná-los à Bolívia, onde são revendidos.

Ainda segundo a Polícia Civil o preso exerce papel de grande liderança em organização criminosa, cuja atividade envolve a prática de roubos e tráfico de entorpecentes como meio de financiamento. Fora de circulação, o nacional que se encontrava foragido há mais de dois anos foi colocado à disposição da justiça.

Assessoria/ PCAC

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Em Xapuri Polícia Civil prende pessoas envolvidas com tráficos de drogas

No final da tarde da última quinta-feira

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No final da tarde da última quinta-feira, 02, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Xapuri prendeu em flagrante um homem, de 18 anos de idade, investigado pelo crime de tráfico de drogas.

Em diligência, os investigadores foram até a residência de um suspeito no bairro Laranjal, em Xapuri, para cumprir um mandado de busca e apreensão. Na investida policial, os agentes encontraram porções de cocaína e dinheiro, oriundo da venda de drogas, resultando na prisão em flagrante do investigado.

Em sede policial foi constatado que o preso já responde pelos crimes de corrupção de menores, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e participação em organização criminosa.

Na última terça-feira, 31, a Polícia Civil também apreendeu um adolescente em posse de tabletes de maconha do tipo Skank. O adolescente já era alvo de investigações por vender drogas dentro da escola em que estudava.

Assessoria/ PCAC

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Polícia Civil cumpre 15 mandados judiciais contra membros de fação no Acre

Na manhã desta quinta-feira, 02, a Polícia Civil

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Na manhã desta quinta-feira, 02, a Polícia Civil do Acre (PCAC) integrou a Força-tarefa de Segurança Pública no Acre (FTSP-AC), na qual foi deflagrada a operação Juruá II, resultando no cumprimento de 15 mandados judiciais.
A investida policial prendeu 10 pessoas e deu cumprimento a cinco mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas de Rio Branco. O nome da operação faz referência ao Vale do Juruá – região em que se encontra situada a cidade de Cruzeiro do Sul/AC – onde fora deflagrada a presente operação.
A investigação conduzida pela Força-tarefa de Segurança Pública, composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal, contou com a participação de 31 policiais no cumprimento dos mandados.
As investigações iniciaram-se em setembro de 2021, quando da deflagração da Operação Juruá I, por meio da qual logrou-se êxito em prender integrantes da organização criminosa, coletando elementos de informação quanto à participação de outras pessoas, as quais são objetos da presente investigação.
Os envolvidos responderão pelos crimes de integrar organização criminosa, cujas penas podem chegar até 13 anos de prisão.
Assessoria/ PCAC

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