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Política

Vereadora Ivoneide Bernardino reivindica melhorias na BR 364 entre Sena Madureira e Rio Branco

Durante seu pronunciamento no grande expediente na sessão da noite desta terça-feira (19) na Câmara Municipal,

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Assessoria

Durante seu pronunciamento no grande expediente na sessão da noite desta terça-feira (19) na Câmara Municipal, a vereadora Ivoneide Bernardino (MDB) reivindicou ao Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) melhorias na BR 364, trecho compreendido entre Sena Madureira e Rio Branco.

De acordo com a parlamentar, o trecho supracitado está praticamente intrafegàvel, aumentando consideravelmente os riscos de acidentes de trânsito, bem como prejudicando os moradores que precisam se deslocar à capital, sobretudo em casos de urgência e emergência.

“Ano após ano essa rodovia tem sido utilizada apenas para lavagem de dinheiro, quando muito ocorre é a recuperação de 20 km, porém quando o trecho é finalizado, é necessário ser refeito novamente por conta da morosidade do trabalho. Vou encaminhar um ofício ao DNIT pedindo providências urgentes para resolver esse problema que tem causado transtornos à nossa população”, frisou.

Ivoneide destacou ainda que é necessário uma soma de esforços entre Vereadores, Prefeitos, Deputados Federais, Estaduais e Senadores em prol da demanda, visto que se algo não for feito à tempo, será impossível trafegar pela rodovia.

Política

Sena Madureira elege três deputados estaduais e dois federais e tira o Juruá do pódio

As eleições do último domingo

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As eleições do último domingo (2) não mudaram apenas os rostos das lideranças no exercício dos principais cargos de representação política do Estado, como foi o caso dos Deputados Federais, cuja renovação na Câmara foi de cem por cento – primeiro porque, dos oito deputados, três deixaram de concorrer (Vanda Milani, Mara Rocha e Alan Rick disputaram cargos majoritários) e assim abriram três novas vagas.

Na nova configuração política e geográfica de poder no Estado, a segunda região política do interior no Acre deixa de ser Cruzeiro do Sul e o Juruá. A segunda região mais populosa e em importância econômica do Estado se deslocou do Juruá para o Iaco e Purus, notadamente para o município de Sena Madureira. O eleitorado da região, que corresponde à 3ª Zona eleitoral, a qual inclui os municípios de Manuel Urbano, Santa Rosa do Purus e Sena Madureira, com mais de 25 mil votos, elegeu pelo menos três deputados estaduais e dois deputados federais.

Os federais, eleitores de Sena Madureira foram os deputados estaduais Gerlen Diniz, do PP, que obteve 19.560 votos, e Meire Serafim (União Brasil), esposa do prefeito Mazinho Serafim, obteve 21.285. Os dois serão substituídos na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) por Gene Diniz (Republicanos), que vem a ser irmão de Gerlen Diniz, e foi eleito com 5.512 votos, e por Gilberto Lira, o atual vice-prefeito de Sena, eleito pelo União Brasil com 8.407 votos.

De Sena, também foi eleito o bancário Pablo Bregense, do PSD, com pouco mais de 5 mil votos.

Correndo por fora, eleito basicamente por Manuel Urbano, município distante pouco mais de 80 quilômetros de Sena Madureira, também foi eleito o ex-prefeito local Tanízio Sá, do MDB, eleito com 5.703 votos. Embora não seja exatamente de Sena Madureira, ele se considera um parlamentar da região e concorda com a mudança na configuração geográfica de poder no Acre.

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Política

Deputados Estaduais Eleitos

Os eleitores do Acre definiram

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Os eleitores do Acre definiram, na eleição deste domingo (2), os nomes que ocuparão as 24 vagas da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O PDT foi o partido com mais deputados eleitos. O governador reeleito, Gladson Cameli, deve contar com a maioria da Casa. Em 2022, as vagas foram disputadas por 359 candidatos, segundo dados disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Confira abaixo a lista dos eleitos:

Nicolau Junior (Progressistas) – 16.636 votos (reeleito);

Maria Antônia (Progressistas) – 10.485 votos (reeleita);

Emerson Jarude (MDB) – 8.540 votos;

Manoel Moraes (Progressistas) – 8.479 votos (reeleito);

Gilberto Lira (União Brasil) – 8.407 votos;

Clodoaldo Rodrigues (Republicanos) – 8.227 votos;

André da Droga Vale (Podemos) – 8.157 votos (reeleito);

Pedro Longo (PDT) – 7.732 votos (reeleito);

Tchê (PDT) – 7.390 votos (reeleito);

Fagner Calegário (Podemos) – 7.112 votos;

Luiz Gonzaga (PSDB) – 6.680 votos;

Whendy Lima (União Brasil) – 6.673 votos (reeleito);

Tadeu Hassem (Republicanos) – 6.175 votos;

Adailton Cruz (PSB) – 6.157 votos;

Drª Michelle Melo (PDT) – 5.990 votos;

Edvaldo Magalhães (PCdoB) – 5.822 votos (reeleteito);

Afonso Fernandes (PL) – 5.731 votos;

Antonia Sales (MDB) – 5.720 votos (reeleita);

Tanizio Sá (MDB) – 5.703 votos;

Chico Viga (PDT) – 5.601 votos (reeleito);

Gene Diniz (Republicanos) – 5.512 votos;

Arlenilson Cunha (PL) – 5.471 votos;

Pablo Bregense (PSD) – 5.386 votos;

Eduardo Ribeiro (PSD) – 4.810 votos.

g1

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Política

Acreana Marina Silva é eleita deputada federal por São Paulo

A ex-ministra do Meio Ambiente

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A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede – SP) foi eleita neste domingo deputada federal por São Paulo, com 237.526 votos. Marina, que é acreana e foi senadora pelo Acre, estava há 11 anos afastada do parlamento.

No inicio da campanha, Marina foi cotada para assumir o posto de vice na chapa de Fernando Haddad (PT – SP) ao governo paulista, mas optou por disputar uma vaga na Câmara Federal.

“Estou honrada por representar 237.521 paulistas que acreditam na necessidade de promover as transformações que reduzam nossas desigualdades e criem as condições para um ciclo de prosperidade, que não cause danos ao nosso patrimônio ambiental. Vamos cuidar de São Paulo e do Brasil”, afirmou Marina por meio de suas redes sociais.

A acreana já foi vereadora de Rio Branco e deputada estadual pelo Acre. Em 1994 foi eleita para o Senado Federal, cargo que se manteve nas eleições de 2002. Em seguida, foi escolhida pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir a pasta do Meio Ambiente.

Em 2008, Marina deixou o ministério, assim como o PT – partido do qual foi uma das fundadoras no Acre – por divergências em relação à condução de políticas ambientais. Ela voltou ao Senado para terminar o mandato, que durava até 2010, e filiou-se ao PV.

Após concorrer duas vezes as eleições presidenciais e ficar em terceiro lugar, em ambas as disputas, Silva se reaproximou do PT nas eleições deste ano, anunciando seu apoio a Lula. No Acre, Marina apoiou o candidato do PSOL, Nilson Euclides, para o governo do Acre.

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