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Polícia Civil do Acre leva cidadania com atendimento em unidades hospitalares e domiciliar com emissão de cédula de identidade

A Polícia Civil por meio do Instituto de Identificação

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A Polícia Civil por meio do Instituto de Identificação Raimundo Hermínio de Melo – IIRHM realizou nos últimos 10 meses, mais de 200 atendimentos externos para emissão de cédula de identidade de pessoas que necessitam do serviço e que não possuem condições de locomoção, tais como: enfermos internados em unidades hospitalares, bem como de pessoas debilitadas e/ou acamadas em domicílio e que precisam do documento.

Para agendar o atendimento externo, é necessário que o parente e/ou responsável se dirijam ao Instituto de Identificação e comunique o setor para que a equipe se desloque ao endereço e efetue a coleta das impressões digitais e de todos os dados necessários para emissão do documento.

O agendamento pode ser realizado no balcão do Instituto de Identificação com os atendentes que recebem a demanda, emitem o boleto para pagamento da taxa e encaminham para equipe de atendimento externo realizar a coleta de dados.

A Polícia Civil também tem participado de vários projetos que levam atendimento com emissão de cédulas de identidade, sobretudo, atendendo ao público que em sua maioria é de crianças e adolescentes que buscam retirar a 1ª Via do documento gratuitamente.

A excelência no atendimento, a celeridade e segurança do material que é confeccionado a cédula de identidade tem sido uma das conquistas da atual gestão que prioriza a oferta de cidadania a quem mais precisa.

Ascom

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Estupros costumam ocorrer dentro de casa e os autores são quase sempre conhecidos da vítima

Neste ano, um caso entre outros tantos de violência sexual

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Neste ano, um caso entre outros tantos de violência sexual contra crianças e adolescentes registrados no Acre chamou a atenção em Xapuri, onde um homem de 59 anos estuprou o próprio neto, que à época do crime tinha apenas 5 anos de idade. A pena, em razão dos agravantes do parentesco e da recorrência dos abusos, foi alta: 19 anos e 3 meses de reclusão em regime inicialmente fechado. O réu já está cumprindo a sentença, no presídio estadual Francisco de Oliveira Conde, em Rio Branco.

O caso acima, em que o nome do condenado foi omitido para preservar a vítima e a própria família, se enquadra naquilo que demonstra um artigo das especialistas Marina Bohnenberger, mestranda em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP) e Samira Bueno, doutora em Administração Pública e Governo pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EAESP) e diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O texto, publicado no Anuário Brasileiro de Segurança Pública, atualizado no dia 15 de julho desse ano, trata dos registros de violência sexual durante a pandemia de Covid-19 e apresenta análise dos microdados de estupros registrados no país durante o ano de 2020. Foram analisados 60.926 registros de violência sexual no Brasil, sendo 16.047 de estupro e 44.879 de estupro de vulnerável, provenientes dos boletins de ocorrência lavrados pelas Polícias Civis em todos os estados da Federação.

A relação do chocante caso ocorrido em Xapuri com o estudo das especialistas se dá porque ficou evidenciado que 85,2% dos autores dos crimes de violência sexual eram conhecidos das vítimas, quase sempre (96,3%) do sexo masculino, muitas vezes parentes ou outras pessoas próximas que têm livre acesso às crianças e tornam qualquer denúncia ainda mais difícil. Apenas 14,8% dos estupros no Brasil foram de autoria de desconhecidos das vítimas.

Outro fator que se encaixa no caso ocorrido em Xapuri é quanto à distribuição dos crimes de estupro e estupro de vulnerável. Enquanto os casos de estupro ocorrem majoritariamente aos sábados e domingos, os estupros de vulnerável, categoria em que a maioria das vítimas são crianças, ocorrem em maior proporção de segunda à sexta-feira, quando mães e outros responsáveis provavelmente saem para trabalhar e a criança fica mais vulnerável à violência sexual.

Subnotificação
Apesar do número elevado de casos no país, a pandemia parece ter contribuído para a redução dos registros de violência sexual, o que não necessariamente significa a redução da incidência. Isto porque os crimes sexuais apresentam altíssima subnotificação, e a falta de pesquisas periódicas de vitimização tornam ainda mais difícil sua mensuração. A análise nacional indica queda de 14,1% dos registros de estupro e estupro de vulnerável em 2020, tendência que se verificou em 24 Unidades Federadas.

Anuário Brasileiro de Segurança Pública
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública se baseia em informações fornecidas pelas secretarias de segurança pública estaduais, pelas polícias civil, militar e federal, entre outras fontes oficiais da Segurança Pública. A publicação é uma ferramenta importante para a promoção da transparência e da prestação de contas na área, contribuindo para a melhoria da qualidade dos dados. Trata-se do mais amplo retrato da segurança pública brasileira.

Por Raimari Cardoso

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Mais de 243 anos de prisão é a pena dos autores do homicídio praticado contra o policial

Em fevereiro de 2017, integrantes de uma organização

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Em fevereiro de 2017, integrantes de uma organização criminosa executaram a tiros o policial penal ROMÁRIO CAVALCANTE, na Vila do V, município de Porto Acre. O cunhado do policial, que estava na residência no momento do crime, também foi alvejado com um tiro nas costas, mas felizmente sobreviveu.

O trabalho investigativo realizado pela Polícia Civil do Acre identificou a participação de três pessoas na execução do crime e três mandantes, os quais já cumpriam pena pela prática de outros crimes. Os executores residiam em Porto Acre e receberam ordem de dentro da penitenciária para praticar o crime.

Ainda no ano de 2017, cinco pessoas que praticaram o crime foram presas e submetidas a interrogatório, sendo que duas delas confessaram a prática do crime, bem como a sua motivação.

As provas produzidas não deixaram dúvidas quanto a autoria do crime, fato que motivou a pronúncia dos mesmos pela prática dos crimes de homicídio qualificado consumado, homicídio qualificado tentado e integrar organização criminosa.

Nesta quinta-feira (25), os cinco réus: G. O. G. dos S., 28 anos, D. A. da S. e S., de 19 anos; J. R. da C. L., de 25 anos; A. da C. L., de 29 anos e R. da S. C. do N., de 26 anos, foram a julgamento em Juri Popular.

Com base nas provas produzidas pela Polícia Civil e no trabalho realizado pelo Ministério Público durante a tramitação processual o grupo foi condenado a penas que somadas chegam a 243 anos de reclusão, pela prática dos três crimes supracitados.

Ressalta-se que todos os réus já possuem condenações pela prática de outros crimes, inclusive homicídios, e agora possuem penas que somadas chegam a quase duzentos e cinquenta anos de cadeia.

Ascom

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Polícia Civil prende faccionado acusado de roubo de moto

A Polícia Civil prendeu no município

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A Polícia Civil prendeu no município de Mâncio Lima o nacional T.D.S.F., 20 anos, acusado de roubo e participação em organização criminosa.
Consoante levantamentos realizados pelos investigadores, o homem roubou uma moto no bairro da Cobal na cidade de Mâncio Lima, e iria revender o objeto do furto na cidade vizinha Cruzeiro do Sul pelo preço de R$ 3 mil.

Após a notícia do crime pela vítima em sede policial, primeiramente os policiais se empenharam na identificação do autor do roubo, que é conhecido no mundo do crime como “anjo da noite” e faz parte de uma organização criminosa.

Com a identificação do autor e a colheita de elementos de prova, a Polícia Civil logrou êxito, ao recuperar o veículo e conseguir na justiça a prisão preventiva do suspeito, que foi realizada nesta manhã.
O homem já foi encaminhado ao presídio Manoel Néri da Silva, em Cruzeiro do Sul, local onde ficará recluso até ulterior decisão do Poder Judiciário.

Ascom

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