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Policial

Presidente do Gncoc conhece atuação do MPAC no combate ao crime organizado

O Ministério Público do Estado do Acre

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) recebeu, nesta terça-feira (31), a visita da procuradora-geral de Justiça do estado de Roraima, Janaína Carneiro Costa, que quis conhecer o serviço de segurança institucional, de inteligência criminal, de apoio técnico especializado às promotorias de Justiça, e a atuação contra o crime organizado.

 

A chefe do MP de Roraima, que veio ao Acre para participar do 1º Encontro de Procuradores-Gerais da Região Norte, é também presidente do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminais (Gncoc), órgão ligado ao Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG) cuja missão é possibilitar a atuação integrada entre MPs estaduais no combate ao crime, pela troca de metodologias, técnicas e experiências.

Ciceroneada pelo coordenador do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), procurador de Justiça Danilo Lovisaro, e pela coordenadora do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), promotora de Justiça Marcela Ozorio, além de outros membros do MPAC, a procuradora-geral conheceu as instalações de ambos os órgãos.

O promotor Bernardo Albano fez a apresentação do trabalho do Gaeco no enfrentamento às facções. Ele falou da estruturação do órgão de execução, do processo de investigação e das operações deflagradas contra integrantes de organizações criminosas. Um dos destaques foi o alto número de pessoas presas nas operações e de condenações na Justiça, inclusive as penas sendo superiores ao padrão nacional.

Responsável pelo Gabinete Militar de Segurança Institucional do MP acreano, o coronel da Polícia Militar Romário Célio Barbosa mostrou o serviço de segurança prestada aos membros, aos servidores e aos bens patrimoniais das unidades ministeriais.

Janaína Carneiro Costa, por sua vez, elogiou a eficiência do Gaeco e citou a ferramenta Retina, desenvolvida pelo NAT, pela qual é possível reunir e cruzar um conjunto de informações a respeito de integrantes de organizações criminosas.

“Tive uma excelente impressão do Gaeco e do NAT. O MP do Acre tem conseguido trabalhar a parte técnica de todas as promotorias em uma única unidade, e também o Gaeco é um órgão muito atuante na parte de organizações criminosas. O Retina é um programa que é exemplo para todos os Ministérios Públicos do Brasil, aliás, a atuação do Gaeco do MP do Acre é referência”, declarou a procuradora-geral.

Jaidesson Peres- Agência de Notícias do MPAC

Policial

Polícia Civil prende mais de nove quilos de cocaína

Por volta das 13hs, a equipe de investigadores

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a Polícia Civil do Acre através da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DENARC), apreendeu
9,346 kg (Nove quilos trezentos e quarenta e seis gramas) de Cocaína em um apartamento localizado na Rua Vitória, bairro Conquista.

Por volta das 13hs, a equipe de investigadores recebeu uma denúncia anônima a qual indicava a ação de tráfico de drogas em um conjunto de apartamentos, especificamente indicando o apartamento 06, onde a ação seria o armazenamento de grande quantidade de drogas.

Adentrando ao apartamento de fato foi constatado está totalmente vazio, sem qualquer móvel e ao abrir a porta de acesso a área de serviços foi encontrado a quantidade de droga.

Dada as circunstâncias, todo material foi arrecadado e encaminhado para os procedimentos de praxe e a (s) testemunha (s) foram intimadas para comparecimento nesta especializada.

Apreensão:
9,346 kg (Nove quilos trezentos e quarenta e seis quilogramas) De Cocaína – R$ 111.600,00 (Cento e onze mil e seiscentos reais)
Prejuízo ao crime:
$ 111.600,00 (Cento e onze mil e seiscentos reais).
De acordo com a autoridade policial a investigação segue no sentido de identificar o proprietário da droga e representar por sua prisão.

Ascom

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PM no AC emite nota sobre sargento e sua esposa que morreram após árvore cair sobre embarcação

O Comando-geral da Polícia Militar publicou

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O Comando-geral da Polícia Militar publicou uma nota de pesar pelo falecimento do sargento José Fernando Silva de Souza e de sua esposa Ayla Dutra Fernandes, ocorrido em Sena Madureira, na tarde desta quinta-feira (27).

O casal e um idoso pescavam no Rio Antymari, no km 52 da BR-364, na divisa dos municípios de Sena Madureira e Bujari, no interior do Acre, quando uma grande tempestade fez com que uma árvore caísse em cima da embarcação em que eles estavam.

Os dois não sobreviveram, mas o idoso está internado em estado de saúde estável.

“Neste momento de grande tristeza e dor, expressamos as nossas mais sinceras condolências e pedimos a Deus que dê conforto aos familiares enlutados, para que possam enfrentar com serenidade a imensurável dor da perda de seu ente querido, e para que traga conforto a vossos corações”, diz um trecho da nota assinada pelo comandante Paulo César Gomes da Silva.

Fernando foi atingido por um dos troncos da árvore e ficou submerso. O idoso que sobreviveu acabou quebrando a perna e, mesmo ferido, ainda conseguiu retirar Ayla dos galhos e levá-la para as margens do rio.

Moradores da região conseguiram socorrer Ayla e o idoso e colocaram as vítimas em uma caminhonete. Eles foram levados até às margens da BR-364, onde o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já estava aguardando, mas, infelizmente, Ayla morreu.

O corpo da jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), em Rio Branco, para os exames cadavéricos, pelos próprios socorristas do Samu. Uma segunda ambulância de suporte básico que foi atender a ocorrência encaminhou o idoso em estado de saúde estável ao pronto-socorro de Rio Branco.

O Corpo de Bombeiros Militar do município de Sena Madureira foi acionado e também foi até o local, mas não conseguiu encontrar o corpo de Fernando que estava submerso. Os militares voltaram para Sena Madureira e nas primeiras horas desta sexta-feira (27) vão com uma equipe de mergulhadores para resgatar o corpo da vítima.

POR EVERTON DAMASCENO, DO CONTILNET

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Caminhão com carga de bolachas da Miragina é apreendido com 468 kg de cocaína

Um caminhão que saiu se Rio Branco

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Um caminhão que saiu se Rio Branco para o Rio Grande do Norte supostamente com uma carga de biscoitos água e sal da Miragina foi parado pela Polícia Rodoviária Federal em Poconé, na BR 070, em Mato Grosso e na fiscalização se descobriu 400 tabletes de drogas misturadas à carga, pesando mais de 468 kg.

Durante a fiscalização de rotina, foi solicitado que o condutor manobrasse o veículo de forma a colocá-lo em uma posição que não atrapalhasse os demais usuários da rodovia e também ficasse de forma segura. Entretanto, o motorista teve grande dificuldade em realizar tais manobras para estacionar o veículo, o que levantou a suspeita de que ele não fosse motorista profissional.

Ao ser questionado sobre a viagem, o motorista declarou havia carregado o caminhão em uma fábrica da Miragina em Rio Branco e que levaria o veículo para o estado do Rio Grande do Norte a pedido de uma pessoa a qual ele não conhece pessoalmente. O caminhão seria entregue para um terceiro que compraria o semirreboque, sem que o motorista soubesse o valor ou desse o nome de qualquer envolvido na viagem.

O motorista afirmou que levava uma carga de biscoitos água e sal em caixas, alegando ter acompanhado o carregamento e gravado um vídeo dentro da fábrica da Miragina, em Rio Branco. Mas ainda assim, não sabia o peso da carga e a nota fiscal apresentada possuía indícios de adulteração.

Em uma verificação no veículo e na carga, a PRF descobriu mais de 400 tabletes de drogas, que estavam escondidos nas caixas, embaixo dos pacotes de biscoito. O motorista reiterou que havia carregado a mercadoria em uma fábrica no Rio Branco/AC, da Miragina,com destino a Parnamirim/RN e que seu patrão solicitou que deixasse as carretas em um depósito de sua propriedade durante o final de semana. Relatou ainda que não conhece o contratante pessoalmente, apenas por conversa via aplicativo de mensagem.
Ao total foram apreendidos 468 kg de cocaína, o condutor foi detido, a princípio, pelo crime de tráfico de drogas e encaminhado à Delegacia da Polícia Federal de Cuiabá.

Posição da Miragina

A direção da empresa Miragina negou qualquer envolvimento com a carga apreendida em Mato Grosso. O diretor José Luís informou que apenas confirma a venda de uma carga de bolachas, que saiu incólume e devidamente vedada da fábrica e que a empresa acreana não tem responsabilidade sobre o manuseio após entrega.

A Miragina diz que aconteceu uma venda comum, com pagamento à vista pelo pix, no valor de R$ 50 mil. Que existe um vídeo mostrando o carregamento do caminhão na empresa e que aí termina a responsabilidade da fábrica acreana. Informa ainda que, no vídeo da Polícia Rodoviária é possível ver o policial confirmando adulteração nos adesivos de fechamento das caixas de biscoito, mostrando que a droga foi inserida após a venda. A empresa está colaborando com a polícia.

A Tribuna

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