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Política

Campanha SOS Acre destina doações para casas terapêuticas

A primeira-dama Ana Paula Cameli recebeu

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A primeira-dama Ana Paula Cameli recebeu nesta segunda-feira, 30, no Palácio Rio Branco, na capital, donativos recebidos por meio da campanha SOS Acre. Os mantimentos serão destinados a dez casas terapêuticas que cuidam de pessoas em situação de rua, drogadição e alcoolismo.

“Minha gratidão ao Ministério Público do Acre por sempre nos ajudar nas demandas sociais que necessitam do nosso olhar, como é o caso dessas comunidades terapêuticas, com a entrega desses donativos”, agradeceu Ana Paula Cameli.

A doação faz parte de um compromisso assumido anteriormente pelo Ministério Público do Acre (MPAC) com o Gabinete da Primeira-Dama para destinar, pelo SOS Acre, os donativos às entidades.

“Trabalhamos com pessoas que não têm condições de se manter. O Ministério Público, juntamente com a primeira-dama, articulou essa ajuda, e torna possível para nós ajudar essas pessoas”, agradeceu o pastor Gilson Borges, representante da comunidade Desafio Jovem Peniel, uma das beneficiadas.

Os donativos serão distribuídos pela Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para Mulheres (SEASDHM).

Entre as doações há alimentos, colchões, kits de limpeza, gás de cozinha, água mineral, kits de higiene pessoal, lençóis, toalhas de banho e kits limpeza. As casas terapêuticas beneficiadas são: Associação Beneficente Caminho de Luz, Comunidade Terapêutica Ebenézer, Apadeq, Comunidade Terapêutica Rei Salomão, Capev-Shalom, Reconstruindo Vidas, Desafio Jovem Peniel, Casa Resgate (Jocum), Casa Nova Vida (Jocum) e Casa do Pai (Jocum).

“Parabéns à primeira-dama pelo trabalho que está desenvolvendo nas questões sociais no nosso estado. E parabéns às casas terapêuticas por levarem esperança e a possibilidade de um recomeço a tantas pessoas. Não é fácil tratar mazelas e problemas de difícil solução, mas vocês fazem um trabalho que dignifica a alma, parabéns por essa iniciativa tão louvável e necessária à nossa sociedade”, disse a procuradoria-geral do MPAC, Kátia Rejane de Araújo.

Emilly Souza