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Policial

Open Source: MPAC e Polícia Militar prendem 19 pessoas em operação contra organização criminosa

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com a Polícia Militar, deflagrou nesta terça-feira, 04, a Operação Open Source, visando à prisão de integrantes de uma organização criminosa com atuação nacional, de origem no Estado do Rio de Janeiro.

A operação contou com a participação de promotores de Justiça e de 100 policiais militares. Foram expedidos 47 mandados judiciais de prisão e de busca e apreensão, que resultaram em 19 prisões e apreensão de droga, celular, entre outros materiais.

A operação foi denominada Open Source porque a investigação, que durou quatro meses, obteve êxito em cruzar elementos captados em fontes abertas, notadamente redes sociais, e publicações realizadas pelos próprios investigados com outros elementos de prova de poder do Gaeco. Nas publicações, os criminosos faziam promoção da organização criminosa.

Além das prisões e buscas, foi determinada ainda pelo Juízo da Vara de Delitos de Organização Criminosa a preservação dos perfis e postagens realizadas pelos investigados nas redes sociais.

“A conjunção desses elementos nos levou à certeza de que não se tratava ali de uma mera apologia ao crime, mas de pessoas que efetivamente integravam essa organização criminosa de âmbito nacional que vem se expandido em nosso estado”, afirmou o promotor de Justiça Bernardo Albano, coordenador- adjunto do Gaeco.

O promotor de Justiça Júlio César de Medeiros, membro do Gaeco, destacou que foram realizadas prisões também no Complexo Penitenciário de Rio Branco.

 

“Foram ao menos quatro prisões realizadas dentro do presídio. Isso é um fato extremamente importante, porque só comprova que, na verdade, muitos faccionados, até mesmo dentro do presídio, continuam infelizmente a comandar e orquestrar práticas delituosas. Isso gera um novo fato, que é passível de punição e uma nova prisão preventiva. Tivemos entre as pessoas presas, tanto aquelas que estavam soltas, quanto monitoradas de forma eletrônica, quanto também pessoas que já estavam reclusas”, disse.

O comandante da Polícia Militar, coronel Paulo Cesar Gomes da Silva, exaltou o sucesso da operação integrada entre as duas instituições.

“Há um bom tempo temos feito esse levantamento e esta não é a primeira e nem será a última operação junto ao Gaeco. Foi uma operação bastante proveitosa e exitosa, com a prisão de todos esses envolvidos, o que certamente causará um grande prejuízo à organização criminosa”, destacou.

 

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