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Justiça acreana condena 26 membros de organização criminosa a 221 anos de reclusão

As consequências desses crimes refletem diretamente na quantidade de homicídios e violência da cidade

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As consequências desses crimes refletem diretamente na quantidade de homicídios e violência da cidade, já que grande parte é relacionada a guerra entre as facções e práticas realizadas para o sustento da rede de tráfico

O Juízo da Vara de Delitos de Organizações Criminosas condenou 26 réus por integrar, promover e até mesmo financiar uma facção. A decisão foi publicada na edição n° 6.806 do Diário da Justiça Eletrônico (pág. 53 a 76), da última quinta-feira, dia 9.

De acordo com a sentença, 12 réus não tinham maus antecedentes e foram condenados a oito anos e sete dias de reclusão em regime inicial fechado, tendo que pagar 269 dias-multa.

Outros três também não tinham ficha criminal e devido ao atenuante de confissão espontânea, tiveram a sanção estabelecida em seis anos e cinco meses de reclusão em regime inicial semiaberto, mais 217 dias-multa.

Todos os demais eram reincidentes. Como a dosimetria da pena é calculada individualmente, um réu foi condenado a nove anos, dois meses e 25 dias de reclusão e 353 dias-multa, enquanto outros seis devem cumprir nove anos, sete meses e 15 dias de reclusão, mais 322 dias-multa.

Proporcionalmente às condutas praticadas, um recebeu a pena de 11 anos e um mês de reclusão, 360 dias-multa; outros dois, 11 anos dois meses e 22 dias de reclusão e 360 dias-multa; e o último recebeu a maior condenação, arbitrada em 11 meses e cinco dias de reclusão, mais 360 dias-multa.

Na sentença, o juiz enfatizou que a escolha de integrar uma organização criminosa é condicionada a praticar crimes graves, como: tráfico de drogas e armas, homicídios, roubos, lavagem de dinheiro, além da participação de vários adolescentes, que acabam seguindo pela trilha da ilegalidade.

“O objetivo é criar um verdadeiro Estado paralelo desafiando toda a ordem nacional. Observe-se que ao longo dos anos, conforme fatos de notório conhecimento da sociedade, ocorreram vários crimes bárbaros contra grupos rivais para domínio de regiões e bairros da cidade, o que tem tirado a paz e gerado a insegurança em todo o Acre”, concluiu.

Deste modo, as circunstâncias são graves e a Justiça tem dado a resposta necessária ao combate à criminalidade.

DIINS

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Mais um veiculo furtado e recuperado pela PRF do Acre

A polícia Federal Rodoviária  recuperou mais  um veículo

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A polícia Federal Rodoviária  recuperou mais  um veículo furtado que circulava em nossas rodovias com placa adulterada.
O veículo foi furtado em Rio Branco no mês de Novembro e já rodava com placa igual a de outro veículo de mesma cor e modelo (clone).

Nossa equipe chegou até o veículo após informações passadas pela Delegacia de Combate a Roubos e extorsões (DECORE) da Polícia Civil do Acre.

Além de ser enquadrado como receptador de veículo furtado, o condutor do veículo ainda foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes de Rio Branco (DEFLA) por adulteração de sinais identificadores do veículo (no caso a placa) e por falsificação de documentos públicos.

Os policiais da PRF informaram ao verdadeiro dono do veículo que o seu bem havia sido recuperado.

Ascom

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Polícia Civil recupera objetos furtados de comércio

A Polícia Civil na cidade de Feijó vem investigando

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A Polícia Civil na cidade de Feijó vem investigando os autores de um furto realizado na madrugada do último domingo (28/11) na loja Eletrolane, localizada no centro da cidade.

Após investigação da polícia civil todos os agentes foram identificados e responderão na justiça pelo crime cometido
Por conta das diligências foi possível recuperar duas caixas de som e um violão, diminuindo o prejuízo da vítima em R$ 3.450,00 (três mil quatrocentos e cinquenta reais).

A investigação continua e a busca pelos objetos furtados também.

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Polícia Civil prende homem por descumprimento de medida protetiva em Rio Branco

 A Polícia Civil prendeu F.O.S.D, de 38 anos de idade

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A Polícia Civil prendeu F.O.S.D, de 38 anos de idade, em cumprimento ao mandado de prisão pelo delito de descumprimento de medidas protetivas de urgência, com base na Lei Maria da Penha.

O investigado, após receber a intimação das medidas protetivas em seu desfavor, não respeitou tal decisão judicial e, reiteradas vezes, descumpriu o limite mínimo de distância entre a vítima, e continuou indo à residência de sua ex-companheira, ameaçando-a.

Após a autoridade policial da DEAM tomar conhecimento sobre tais delitos, foi representado pela prisão preventiva em desfavor do agressor, e a ordem judicial foi expedida pela Vara de Proteção à Mulher da Comarca de Rio Branco/AC.

O mandado de prisão foi cumprido no bairro Floresta Sul. O preso foi conduzido à DEFLA, onde ficará à disposição da justiça.

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