MPAC recebe representantes do setor comercial acreano

A procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Kátia Rejane de Araújo Rodrigues

A procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, recebeu nesta quarta-feira, 31, representantes do setor comercial acreano que procuraram o MPAC para tratar sobre a situação do comércio em meio à pandemia. Pelo MPAC também estiveram na reunião, o procurador-geral adjunto para Assuntos Jurídicos, Sammy Barbosa Lopes, e o secretário-geral, promotor de Justiça Rodrigo Curti.

Entre os representantes comerciais estavam o presidente da Associação Comercial, Industrial e Serviços Agrícolas do Acre (Acisa), Marcelo Moura, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac), José Adriano Ribeiro, o presidente da Associação de Supermercados do Acre (ASA), Adem Araújo, e o presidente do Sebrae/AC, Marcos Lameira.

Na ocasião, o presidente da Acisa falou sobre a situação do comércio e os reflexos que a crise tem gerado às classes empresariais, destacando o objetivo da vinda do grupo ao MPAC. “Reunimos para ver como os setores de atividade de classe podem ajudar e para entender como a união dessas entidades, Ministério Público, Poderes Constituídos e os presidentes de classe, podem contribuir, e quais ações tomar para evitar um colapso e ajudar para criar um enfrentamento eficiente”, disse Marcelo Moura.

A procuradora-geral do MPAC agradeceu a vinda do grupo e fez uma breve contextualização em relação ao agravamento da pandemia no estado, destacando os esforços que o MPAC vem empreendendo ao longo de um ano, junto às instituições, os Poderes Constituídos e a sociedade, a fim de minimizar os prejuízos gerados pela pandemia e, sobretudo, promover a defesa da vida.

Todas as orientações recomendadas pelo órgão se pautam nas fundamentações da comunidade científica e no que sugere os estudos do Comitê de Acompanhamento da Covid-19 no estado. “Ouvi-los é muito importante para o Ministério Público, porque fazer esse diálogo é inerente a nossa função desde a carta magna de 1988. As dificuldades do setor comercial sempre tiveram nossa atenção e são discutidas constantemente, desde o início da pandemia”, disse a PGJ.

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