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Anvisa aprova autorização para uso emergencial da vacina da Janssen

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a autorização temporária para uso

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a autorização temporária para uso, em caráter emergencial, da vacina da Janssen, um braço da Johnson & Johnson. O governo federal já adquiriu 38 milhões de doses do imunizante.

Seguindo a recomendação da área técnica da Anvisa, a maioria dos diretores votou pela permissão de uso com base em uma avaliação de que os benefícios da vacina superam os riscos trazidos por ela.

A posição foi puxada pela relatora, diretora Meiruze Freitas. “Esta relatoria conclui que os especialistas da Anvisa avaliaram que vacina atende às expectativas da agência quanto aos requisitos de qualidade, segurança e eficácia”, concluiu.

Conforme a área técnica, o imunizante pode ser aplicado em pessoas com mais de 18 anos, com ou sem comorbidades. A eficácia geral demonstrada pela farmacêutica no processo de submissão foi de 66,9%. Quando considerados casos graves, a eficácia comprovada foi de 76,7% após 14 dias e 85,4% depois de 28 dias.

Diferentemente das vacinas de outros fabricantes, a da Janssen tem eficácia com apenas uma dose. Esta foi a quinta vacina aprovadas pela Anvisa, entre aquelas que obtiveram registro e as permitidas em caráter emergencial.

O gerente geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, afirmou que os estudos e documentação analisados pela equipe técnica da agência confirmaram a eficácia e as condições adequadas para o uso no combate à covid-19.

Segundo Mendes, a vacina tem duração de até três meses com armazenamento entre 2 graus Celcius (˚C) e 8˚C. Quando retirados do acondicionamento térmico, os lotes ou frascos têm até seis horas para serem utilizados mantendo a eficácia.

Na análise sobre a cadeia produtiva da vacina, foram avaliados os diferentes locais onde ela ou algum insumo usado são desenvolvidos. A gerente geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária, Ana Carolina Araújo, informou que foram apresentadas informações sobre oito locais na cadeia produtiva. “A estrutura física das plantas fabris e atividades e os sistemas de garantia da qualidade se mostraram satisfatórios”, afirmou.

As equipes técnicas da Anvisa também examinaram problemas de eventuais riscos adversos, sem que essas possibilidades tenham sido reveladas para além das reações normais da vacinação.

Gustavo Mendes destacou alguns pontos que carecem de mais informações, denominados no processo de “incertezas”. “Ainda precisam ser gerados dados para subsidiar o processo de fabricação em larga escala. Nem todos os locais de fabricação têm a sua larga escala, a sua capacidade de fabricação de lotes industriais, bem caracterizada”, comentou.

Mesmo assim, tanto os representantes da área técnica quanto os diretores da Anvisa destacaram que os benefícios superam os riscos. A relatora Meiruze Freitas ressaltou que a agência continuará monitorando a aplicação da vacina e poderá demandar novas informações ou medidas de mitigação de riscos.

A relatora também destacou o fato dos estudos clínicos não terem analisado a eficácia da vacina para novas variantes do coronavírus. Assim, esse aspecto ainda está carente de comprovação por novos ensaios clínicos.

Meiruze lembrou a importância de as equipes de saúde não misturarem as vacinas. A imunização com vacinas já aprovadas em esquema de duas doses devem ser feita com o mesmo tipo de vacina. “Não há resultados suficientes sobre os resultados com vacinas de dois fabricantes diferentes”, afirmou.

“O desenvolvimento de novas vacinas é complexo, mas, neste momento da pandemia, a ciência permitiu o desenvolvimento de produtos bastante inferiores aos normalmente praticados. Tal situação faz com que o regulador deva considerar todas as informações benefício-risco. Todas os cinco pedidos autorizados até agora foram analisados de forma rigorosa”, disse o diretor Alex Campos.

Edição: Nádia Franco

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Duas mortes hoje pela Covid-19 (quinta-feira)

A Secretaria de Saúde do Acre

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A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) confirmou mais duas mortes por Covid-19 nesta quinta-feira (18). Sem novos casos, o número de infectados se manteve em 147.922 e o total de mortos subiu para 2027 em todo o estado.

Há 41 exames de RT-PCR aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) e 13 pacientes internados com a doença.

Mortes
Uma das vítimas é um morador de Rio Branco, de 76 anos, que deu entrada em uma unidade de saúde da capital no dia 8 de agosto e morreu no último dia 9.

A outra é uma idosa de 79 anos, moradora de Rio Branco, deu entrada em uma unidade de saúde da capital no dia 6 de agosto e faleceu no último dia 13.

G1

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Piracema de mandim devera passar no município de Sena Madureira em Setembro

As piracemas de mandim ainda

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As piracemas de mandim ainda não surgiram nos rios de Sena Madureira em 2022, diferente do que ocorria em anos anteriores, principalmente na década de 90. Os pescadores estão constantemente nos rios, principalmente no Purus, entretanto, a fartura com relação a essa espécie ainda não foi encontrada.

No mercado local, situado próximo à feira livre dos colonos, o consumidor pode encontrar o mandim, porém, esse produto está sendo trazido de outras cidades Acreanas e até mesmo de fora do Estado. Atualmente, o município de Boca do Acre (Amazonas) vem abastecendo o mercado de Sena.

Bastante experiente nessa atividade, o pescador Eduardo Martins considera que os tempos mudaram já que desde o ano passado não há piracemas de mandi na região. “Me recordo que teve ano que tinha tanto mandi aqui no mercado que a gente doava para a população para não estragar. Hoje, estamos trazendo o produto de outros locais porque não há piracemas. Outras espécies também estão em falta na nossa região”, comentou.

Por conta da importação, o preço do mandi é considerado ‘salgado’ em Sena Madureira e varia de 23 reais a 25 reais.

Continet e Acreaonline.net

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Preço da gasolina volta a baixar nos postos de Sena Madureira

A diminuição no preço da gasolina

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A diminuição no preço da gasolina, anunciada nesta semana pela Petrobras, começa a ser aplicada nos postos de combustíveis de Sena Madureira. No posto Avenida, por exemplo, o litro baixou para 6,19 reais. Antes estava custando 6,39 reais. Portanto, houve uma redução de 20 centavos.

Cabe frisar que esse decréscimo no preço da gasolina em Sena é variado, cabendo ao consumidor pesquisar para encontrar o menor valor.

A notícia é bastante animadora para os proprietários de veículos já que em datas anteriores o litro da gasolina em Sena Madureira chegou a custar 8,24 reais.

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