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Keyre dos Teclados reconhece erro, mas admite: “Não sou bandido”

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O músico senamadureirense Deuzimar Albuquerque, conhecido popularmente como “Keyre dos Teclados”, residente no Bairro Cidade Nova, divulgou uma nota falando pela primeira vez sobre um episódio ocorrido em sua casa há dias atrás.

Na nota, Keyre dos Teclados reconhece que errou durante a abordagem de uma equipe da PM, mas ressalta que não é bandido e que há muito tempo desenvolve em Sena Madureira um trabalho social voltado, primordialmente, para os menos favorecidos.

Além de ser um músico bastante conceituado em Sena Madureira, Keyre  vinha exercendo há mais de 4 anos a função de Agente no Centro Sócioeducativo Purus. Ele está recorrendo, via justiça, para retornar ao trabalho.

Confira na íntegra a nota:

“Olá comunidade de Sena Madureira!

Venho por meio desta nota me pronunciar sobre um fato ocorrido há dias, fato este que é do conhecimento de todos já que ganhou repercussão.

No referido dia, eu tinha chegado de um plantão de 24 horas e tomei remédio controlado, ao qual faço uso há 13 anos. Fui fazer a limpeza da minha casa que estava saindo da alagação e ingeri bebida alcoólica e isso foi o erro porque a partir desse momento não me lembro de mais nada.

Quero aqui deixar claro que não tenho nada contra a Polícia e nenhum agente de segurança. Pelo contrário, tenho respeito e admiração. Peço desculpas a toda sociedade de Sena Madureira, aos meus familiares e amigos por todo o ocorrido. Agradeço de coração a cada um que acreditou em mim, pois posso ter errado, mas não sou bandido, sempre trabalhei honestamente. Tenho um trabalho social há 15 anos em prol dos mais humildes e continuarei fazendo.

Aos que me criticam e me acusam, não tenho mágoas. Irei pagar pelo meu erro na sua devida proporção. A justiça vai dizer o que, de fato, ocorreu. Peço a Deus que abençoe a vida de cada um de nós e nos livre de todo o mal.”

Da Redação

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Operação Zaqueu prende 24 “tesoureiros” do crime e desarticula braço financeiro de facção

A Polícia Civil do Acre apresentou em coletiva na manhã desta quinta-feira

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A Polícia Civil do Acre apresentou em coletiva na manhã desta quinta-feira (16) o resultado da Operação Zaqueu, que cumpriu 53 mandados judiciais em três estados, (Acre, São Paulo e Mato Grosso do Sul). Entre os crimes cometidos pelos investigados estão: lavagem de dinheiro, organização criminosa, tráfico de drogas e outros crimes correlatos.

De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Portes, a Operação Zaqueu tem o objetivo de atingir o braço financeiro da organização criminosa. Foram cumpridos 24 mandados de prisão, além de apreensão de armas e outros bens utilizados na prática criminosa. As investigações estão em curso há 1 ano e devem continuar.

“As investigações visam atingirmos o braço financeiro, àqueles que tem a responsabilidade de arrecadar ativos para essa operação. São pessoas que ocupam funções que não podem ser feitas por qualquer um. São pessoas que trabalham na arrecadação. São prisões bem pontuais. O nosso trabalho é diuturno, focado. Nós prendemos em São Paulo e Mato Grosso pessoas que tem um trabalho importante dentro da organização”, disse Portes.

Já o delegado Felipe Martins, titular da Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco), disse que “esses recursos eram utilizados para poder adquirir mais recursos para manter algumas pessoas que se encontram presas e fazer até mesmo com que eles tenham recursos para comprar drogas. E para fazer a retroalimentação” da organização criminosa e manter-se viva.

Josemar Portes enfatizou que o trabalho integrado entre as policias civis de todo o País tem sido fundamental para elucidar crimes. “O crime é transfronteiriço. Essa troca de informação já é rotina. Não podemos ficar ilhado no nosso estado”, pontua.

No estado do Acre, a Polícia cumpriu mandados nas cidades de Rio Branco, Senador Guiomard, Bujari, Sena Madureira, Manoel Urbano e Epitaciolândia. Dentre os presos no Estado do Acre está a pessoa que representava a organização no estado, bem como a pessoa responsável por gerir as armas de fogo da organização e outras lideranças de bairros.

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Polícia Civil prende em flagrante membro de facção que pichava muros e amedrontava a população do Bairro Vila Acre

 A Polícia Civil, através do trabalho da equipe de investigação

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A Polícia Civil, através do trabalho da equipe de investigação da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil, prendeu E. S. C., de 30 anos.
A ação policial iniciou-se após a apuração de denúncias indicando que no bairro Vila Acre havia um sujeito, integrante de organização criminosa, o qual traficava drogas e aterrorizava a população por meio de pichações intimidadoras.

Após as diligências iniciais, foi descoberto o local exato em que o suspeito se encontrava, ocasião em que agentes de polícia se deslocaram até o endereço levantado e identificaram o suspeito de posse de pequena quantidade de drogas e uma lata de spray.

Diante da situação, foi dada voz de prisão em flagrante ao suspeito, sendo este conduzido até a Delegacia de Flagrantes para a adoção dos trâmites cabíveis.

Ascom

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Polícia Civil e Ciopaer chegam a comunidade onde adolescente estava situação de vulnerabilidade

 A Polícia Civil do Acre contou com o apoio do Centro

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A Polícia Civil do Acre contou com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas – Ciopaer – para realizar uma diligência em local de difícil acesso, na comunidade Passo da Pátria, no Rio Liberdade, em Cruzeiro do Sul.
Os policiais foram demandados pelo Conselho Tutelar do município para averiguar possível violação de direitos e exposição de menor a situação de risco. No local, uma adolescente de 15 anos de idade estava em situação de vulnerabilidade social.

De acordo com a denúncia, a adolescente teria dado a luz a um bebê, e o seu companheiro teria doado o filho para outras pessoas, sem o consentimento da adolescente.
Diante da autoria e materialidade do fato, o delegado Rômulho Carvalho abriu um inquérito policial para analisar detidamente o caso e responsabilizar o companheiro da vítima, e possivelmente as pessoas que receberam a criança, sem as formalidades legais, apurando todas as condutas separadamente.

A Polícia Civil irá juntar ao inquérito o relatório do Conselho Tutelar de Cruzeiro do Sul e enviar o caso à Justiça, pois no primeiro momento a maior preocupação é com o bem estar da adolescente e da criança. Vale salientar que se não fosse o apoio do Ciopaer, essas vítimas ainda poderiam está em situação de vulnerabilidade, tendo em vista que o local da ocorrência é de difícil acesso.
Ascom

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