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Policial

Réu que cometeu seis crimes deve cumprir 93 anos de reclusão

Acusado entrou com recurso contra sentença e os membros da Câmara Criminal mantiveram a condenação

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Acusado entrou com recurso contra sentença e os membros da Câmara Criminal mantiveram a condenação, mas reavaliaram a quantidade da pena fixada para ser condizente com os crimes praticados

Os membros da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) mantiveram condenação de réu por ter cometido seis crimes: dois homicídio qualificado, duas tentativas de homicídio qualificado, cárcere privado e roubo. O Órgão jurisdicional reavaliou a pena fixada na sentença, para ser condizente com os crimes praticados.

O Colegiado do 2º Grau, composto pelos desembargadores Pedro Ranzi, Samoel Evangelista (relator do recurso) e Denise Bonfim reformaram a sentença do 1ª Grau alterando somente a dosimetria da pena. O apelante tinha sido condenado por praticar dois roubos, mas, ficou comprovado que foi realizado um roubo.

Dessa forma, o réu que inicialmente tinha sido condenado a 104 anos de reclusão, em regime fechado, e ao pagamento de 90 dias multa, ficou com uma pena privativa de liberdade estabelecida em: 93 anos de reclusão.

Recurso

No recurso, a defesa do réu argumentou que houve concurso formal impróprio devido a quantidade de vítimas. O desembargador-relator verificou ter ocorrido um crime de roubo, contra duas vítimas. Por isso, a dosimetria da pena foi reavaliada.

Conforme explicou o relator, no 1º Grau foi considerado ter ocorrido dois roubos de um carro onde estavam duas vítimas. Mas, como o veículo pertencia a uma das vítimas, ainda que o ato tenha gerado violência contra as duas vítimas, ocorreu apenas um roubo. O magistrado ainda discorreu que a sentença menciona roubo de celulares, contudo, não foi trazido elementos na denúncia sobre isso, portanto, tendo comprovação de um roubo.

Crime e julgamento

De acordo com os autos, o denunciado juntamente com outras pessoas roubou o carro onde estavam as duas vítimas, depois usaram o veículo para irem matar pessoas que supostamente eram de facções criminosa rival. Duas pessoas foram mortas e duas sobreviveram ao ataque. O réu foi à Júri Popular em dezembro de 2020 e considerado culpado.

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Policial

Operação Zaqueu prende 24 “tesoureiros” do crime e desarticula braço financeiro de facção

A Polícia Civil do Acre apresentou em coletiva na manhã desta quinta-feira

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A Polícia Civil do Acre apresentou em coletiva na manhã desta quinta-feira (16) o resultado da Operação Zaqueu, que cumpriu 53 mandados judiciais em três estados, (Acre, São Paulo e Mato Grosso do Sul). Entre os crimes cometidos pelos investigados estão: lavagem de dinheiro, organização criminosa, tráfico de drogas e outros crimes correlatos.

De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Portes, a Operação Zaqueu tem o objetivo de atingir o braço financeiro da organização criminosa. Foram cumpridos 24 mandados de prisão, além de apreensão de armas e outros bens utilizados na prática criminosa. As investigações estão em curso há 1 ano e devem continuar.

“As investigações visam atingirmos o braço financeiro, àqueles que tem a responsabilidade de arrecadar ativos para essa operação. São pessoas que ocupam funções que não podem ser feitas por qualquer um. São pessoas que trabalham na arrecadação. São prisões bem pontuais. O nosso trabalho é diuturno, focado. Nós prendemos em São Paulo e Mato Grosso pessoas que tem um trabalho importante dentro da organização”, disse Portes.

Já o delegado Felipe Martins, titular da Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco), disse que “esses recursos eram utilizados para poder adquirir mais recursos para manter algumas pessoas que se encontram presas e fazer até mesmo com que eles tenham recursos para comprar drogas. E para fazer a retroalimentação” da organização criminosa e manter-se viva.

Josemar Portes enfatizou que o trabalho integrado entre as policias civis de todo o País tem sido fundamental para elucidar crimes. “O crime é transfronteiriço. Essa troca de informação já é rotina. Não podemos ficar ilhado no nosso estado”, pontua.

No estado do Acre, a Polícia cumpriu mandados nas cidades de Rio Branco, Senador Guiomard, Bujari, Sena Madureira, Manoel Urbano e Epitaciolândia. Dentre os presos no Estado do Acre está a pessoa que representava a organização no estado, bem como a pessoa responsável por gerir as armas de fogo da organização e outras lideranças de bairros.

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Polícia Civil prende em flagrante membro de facção que pichava muros e amedrontava a população do Bairro Vila Acre

 A Polícia Civil, através do trabalho da equipe de investigação

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A Polícia Civil, através do trabalho da equipe de investigação da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil, prendeu E. S. C., de 30 anos.
A ação policial iniciou-se após a apuração de denúncias indicando que no bairro Vila Acre havia um sujeito, integrante de organização criminosa, o qual traficava drogas e aterrorizava a população por meio de pichações intimidadoras.

Após as diligências iniciais, foi descoberto o local exato em que o suspeito se encontrava, ocasião em que agentes de polícia se deslocaram até o endereço levantado e identificaram o suspeito de posse de pequena quantidade de drogas e uma lata de spray.

Diante da situação, foi dada voz de prisão em flagrante ao suspeito, sendo este conduzido até a Delegacia de Flagrantes para a adoção dos trâmites cabíveis.

Ascom

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Polícia Civil e Ciopaer chegam a comunidade onde adolescente estava situação de vulnerabilidade

 A Polícia Civil do Acre contou com o apoio do Centro

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A Polícia Civil do Acre contou com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas – Ciopaer – para realizar uma diligência em local de difícil acesso, na comunidade Passo da Pátria, no Rio Liberdade, em Cruzeiro do Sul.
Os policiais foram demandados pelo Conselho Tutelar do município para averiguar possível violação de direitos e exposição de menor a situação de risco. No local, uma adolescente de 15 anos de idade estava em situação de vulnerabilidade social.

De acordo com a denúncia, a adolescente teria dado a luz a um bebê, e o seu companheiro teria doado o filho para outras pessoas, sem o consentimento da adolescente.
Diante da autoria e materialidade do fato, o delegado Rômulho Carvalho abriu um inquérito policial para analisar detidamente o caso e responsabilizar o companheiro da vítima, e possivelmente as pessoas que receberam a criança, sem as formalidades legais, apurando todas as condutas separadamente.

A Polícia Civil irá juntar ao inquérito o relatório do Conselho Tutelar de Cruzeiro do Sul e enviar o caso à Justiça, pois no primeiro momento a maior preocupação é com o bem estar da adolescente e da criança. Vale salientar que se não fosse o apoio do Ciopaer, essas vítimas ainda poderiam está em situação de vulnerabilidade, tendo em vista que o local da ocorrência é de difícil acesso.
Ascom

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