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Política

Brasil fecha janeiro com saldo de 260.353 empregos formais

O Brasil fechou o mês de janeiro de 2021 com um saldo de 260.353 empregos formais

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O Brasil fechou o mês de janeiro de 2021 com um saldo de 260.353 empregos formais, segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apresentado hoje (16) pelo Ministério da Economia. O saldo é o melhor da série histórica para o mês de janeiro e é resultado de 1.527.083 admissões e 1.266.730 desligamentos. O numero também é maior do que o registrado em dezembro de 2020, quando a geração de empregos ficou em 142.690 postos de trabalho.

Com isso, o estoque de empregos formais no país chegou a 39.623.321 vínculos, o que representa uma variação de 0,66% em relação ao estoque do mês anterior. De acordo com o ministério, a modernização trabalhista teve papel importante na geração de empregos de janeiro.

“Foram 15.600 admissões e 12.517 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente, gerando saldo de 3.083 empregos, envolvendo 3.784 estabelecimentos contratantes. Um total de 201 empregados celebrou mais de um contrato na condição de trabalhador intermitente”, informou a pasta.

O ministério apontou ainda que o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda tem sido bem-sucedido em evitar demissões, “em um ano tão atípico de enfrentamento de uma grave pandemia”. O programa institui o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm), pago a trabalhadores que tiveram o contrato de trabalho suspenso ou a jornada e o salário reduzidos.

A pasta informou que os dados atualizados até 31 de dezembro mostram que o benefício permitiu 20.119.858 acordos entre 9.849.116 empregados e 1.464.683 empregadores no país.

Já a jornada em regime de tempo parcial teve saldo negativo de 610 postos de trabalho no ano, resultado de 15.808 admissões e 16.418 desligamentos. O regime parcial é aquele cuja duração não excede trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais ou cuja duração não excede 26 horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.

Segundo o Caged, em janeiro, a movimentação envolveu 6.413 estabelecimentos contratantes e 57 empregados celebraram mais de um contrato em regime de tempo parcial.

Atividade econômica
Os números mostram que, no mês de janeiro, todos os grupamentos de atividades econômicas apresentaram saldo positivo, com destaque para o setor da Indústria, com a geração de 90.431 novos postos de trabalho formais.

“Em nível de subclasses, podemos apontar a Confecção de Peças do Vestuário, exceto Roupas Íntimas e as Confeccionadas Sob Medida, com o maior saldo (7.855), a maior parte no Paraná (3.058). A [subclasse] Fabricação de Calçados de Couro registrou o segundo maior saldo (5.762), principalmente na Bahia (1.670) e Rio Grande do Sul (1.658)”, informou o ministério.

Na sequência vem o setor de Serviços que apresentou o segundo melhor saldo, com 83.686 empregos formais. A maioria deles registrado nos grupamentos de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas”, com 55.896; e Administração Pública, Defesa e Seguridade Social, Educação, Saúde Humana e Serviços Sociais”, com 18.353.

O terceiro maior crescimento do emprego formal ficou com o setor da Construção, com saldo de 43.498 postos de trabalho formais, principalmente na subclasse Construção de Edifícios, com saldo de 16.636 postos. Ainda de acordo com os dados, a Agropecuária também apresentou saldo positivo de 32.986, principalmente nas subclasses Cultivo de Maçã (12.222) e Cultivo de Soja (9.194).

Setor mais atingido pelos efeitos da pandemia do novo coronavírus, o Comércio registrou, em janeiro, um saldo positivo, de 9.848 postos de trabalho. Os destaques ficaram por conta das subclasses Comércio a Varejo de Peças e Acessórios Novos para Veículos Automotores (3.506) e Comércio Varejista de Materiais de Construção em Geral (3.055).

Salário
Para o conjunto do território nacional, o salário médio de admissão em janeiro deste ano foi de R$ 1.760,14. Comparado ao mês anterior, houve aumento real de R$ 20,06 no salário médio de admissão.

Estados
De acordo com o Caged, no mês de janeiro de 2021, apenas três, dos 27 estados não registraram saldos positivos: Alagoas, com menos 198 empregos (-0,06); Paraíba, com menos 174 (-0,04) e Rio de Janeiro, com saldo negativo de 44 empregos (-0,00).

Entre os estados que mais geraram vagas, o destaque fica com São Paulo, com 75.203 novos postos. Santa Catarina, com 32.077, e Rio Grande do Sul, com 27.168, foram outros estados com maior geração de empregos formais.

“Todas as cinco regiões do país tiveram saldo positivo em janeiro de 2021. O Norte, com 6.937 gerou menos empregos enquanto o Sudeste, com 105.747, alcançou o melhor número. Já o Sul foi a região onde todos os estados registraram crescimento parecido, sem grande desequilíbrio”, informou o ministério.

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Política

Comissão da Câmara aprova relatório da reforma administrativa

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou

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A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou, hoje (23), o relatório do deputado Arthur Maia (DEM-BA) à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20, da reforma administrativa. Foram 28 votos favoráveis e 18 contrários. O texto foi apresentado por Maia no final da manhã e retoma vários pontos da PEC encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional em setembro do ano passado.

Entre os pontos retomados pelos parlamentares está a redução em até 25% de salários e jornada de servidores públicos e a previsão da União, estados e municípios firmarem contrato com órgãos e entidades, públicos e privados, para a execução de serviços públicos. O texto retoma ainda a previsão de contratação temporária de servidores pelo período de até 10 anos. A versão anterior do relatório previa um período máximo de seis anos.

No parecer de Maia, estão proibidos o aumento de remuneração ou de parcelas indenizatórias com efeitos retroativos; as férias em período superior a 30 dias pelo período aquisitivo de um ano e a aposentadoria compulsória como modalidade de punição.

O parecer de Maia também determina que “é nula a concessão de estabilidade no emprego ou de proteção contra a despedida para empregados de empresas públicas, sociedades de economia mista e das subsidiárias dessas empresas e sociedades por meio de negociação, coletiva ou individual”.

No caso do Legislativo, o texto da reforma retira a competência do Poder para dispor sobre a criação e extinção de ministérios e órgãos da administração pública.

O texto também trouxe modificações nos critérios para a abertura de processos administrativos para a perda de cargo de servidor. A proposta facilita a abertura do processo, prevendo que o servidor será processado depois de duas avaliações insatisfatórias consecutivas ou três intercaladas, no período de cinco anos. O relatório anterior instaurava os processos depois de três avaliações ruins consecutivas ou cinco intercaladas.

Críticas
O parecer aprovado foi criticado pela oposição, que argumentou que o novo relatório foi apresentado sem tempo hábil para análise e que retomou pontos já superados.

Ontem (22), parlamentares do PT, PCdoB, PSOL, PDT, Rede, PSB, Solidariedade e PV anunciaram que os partidos fecharam questão contra a proposta.

De acordo com a deputado Ivan Valente (PSOL-SP), a PEC prejudica não só os servidores, mas, principalmente, a população mais carente, que necessita da prestação de um serviço público de qualidade.

“Se você faz alguma mudança no serviço público, é para melhorar a qualidade, melhorar o atendimento público, e para garantir direito dos trabalhadores, não o contrário. O que assistimos de ontem para hoje é incrível, porque é um relatório da retaliação”, disse o deputado.

Segundo o deputado Gervásio Maia (PSB-PB), o texto apresentado enfraquece o Estado, e promove uma desvalorização das carreiras que exercem os serviços públicos. O deputado citou a volta do artigo 37-A, que prevê que a União, estados e municípios possam fazer contratos com a iniciativa privada para a prestação de serviços públicos.

“É a abertura de porteira para a destruição do serviço público. A partir da votação da PEC, por esse texto todos poderão ser contratados temporariamente ou por meio da privatização com organizações sociais. Estão abrindo a porteira para a consolidação da privatização do serviço público. Um prefeito que não teve apoio dos servidores públicos da educação, esse prefeito vai poder afastar os servidores e fazer acordo com a iniciativa privada”, disse.

Elogios
Já o vice-líder do governo na Câmara, Evair Vieira de Melo (PP-ES), elogiou a proposta. Ele disse que o governo não atuou para pressionar pelas mudanças no texto. “O governo, em momento algum, operou coma máquina pública para que tivesse algum direcionamento do nosso relator”, disse.

Deputados favoráveis a reforma, defenderam o texto, com o argumento de que a iniciativa vai proporcionar avaliação de desempenho dos servidores e a melhoria dos serviços.

“Nosso reiterado compromisso com uma reforma administrativa que valorize o Estado e faça uma avaliação de desempeno criteriosa para aqueles que, como existe em qualquer profissão, não desempenham suas tarefas possam ser desligados”, argumentou o deputado Marcel Van Hatten (Novo-RS).

No momento, a comissão analisa os destaques ao texto substitutivo.

Fernando Fraga

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Política

Prefeitura de Capixaba realiza palestra sobre “Depressão na Juventude”

Em 10 de setembro do ano de 2003, a Organização Mundial da Saúde

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Em 10 de setembro do ano de 2003, a Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu a respectiva data para ser o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. E o mês de setembro, batizado como Setembro Amarelo, foi escolhido o mês para a intensificação da prevenção do suicídio.

Em alusão a esta campanha, a Prefeitura Municipal de Capixaba, através da Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), e em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, realizaram nesta quarta-feira (22/09), uma palestra com o tema “Depressão na Juventude”.

A palestra foi dirigida pelas palestrantes Dra. Angela Maria, e a psicóloga Lillyanne Tessinari, onde aproveitaram para conversar e sanar dúvidas dos ouvintes presentes. E dentre os tópicos abordados, foi pautado sobre como o índice de depressão tem aumentado entre os jovens brasileiros nos últimos anos, a visão da sociedade sobre a depressão em diferentes gerações, os sintomas da doença, e a importância de dialogar sobre o tema com a nossa população.

Estiveram prestigiando a palestra, o Delegado de Polícia Civil, Doutor Aldizio Neto, a secretária Rakel Vieira, a coordenadora do CAPS Nayma Brito, e o conselheiro William Tessinari. A Prefeitura Municipal de Capixaba, na pessoa do prefeito Manoel Maia e do vice-prefeito Richard Lima, abraça essa causa tão linda e importante, e considera indispensáveis o diálogo e a conscientização da população sobre a prevenção ao suicídio. Agir salva vidas!

Prefeitura de Capixaba

Secretaria Municipal de Saúde

Centro de Atenção Psicossocial

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Em Brasília, Márcio Bittar e Alan Rick discutem fusão PSL/DEM

O senador Márcio Bittar e o deputado federal Alan Rick

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O senador Márcio Bittar e o deputado federal Alan Rick estiveram reunidos nesta semana com Luciano Bivar, presidente nacional do PSL e ACM Neto, presidente nacional do Democratas para tratar sobre a fusão PSL/DEM. Na reunião, também estiveram presentes o presidente do Democratas no Acre, Jairo Cassiano, o deputado estadual Antônio Pedro e o prefeito de Capixaba, Manoel Maia, ambos do Democratas.

Em entrevista franqueada à imprensa, Jairo Cassiano disse que não há qualquer desavença com o senador Márcio Bittar no que tange ao comando do novo partido que será formado, pelo contrário, estão sendo feitas articulações para o fortalecimento da nova sigla no Acre. “Estamos nos propondo a ajudar em todo esse processo. Temos um grande apreço pelo senador Márcio Bittar e a meta é a união. É notório que o deputado federal Alan Rick é pre-candidato ao senado assim também como a Márcia Bittar. Somos da base do governador Gladson Cameli e vamos continuar trabalhando pelo nosso Acre”, comentou.

O deputado federal Alan Rick, maior liderança do Democratas no Acre também considera fundamental o diálogo nesse momento. “O senador Márcio Bittar tem o nosso respeito. Vamos buscar o diálogo e cumprir as normas que a Nacional determina, discutindo a boa política para fazer a diferença na vida das pessoas.

É nítido também a relação cordial do senador Márcio Bittar com os integrantes do Democratas no Acre. Mediante a fusão PSL/DEM será criado um novo Estatuto, uma nova sigla e novo número.

O atual presidente do DEM no Acre, Jairo Cassiano, desfruta da confiança do deputado federal Alan Rick, além de ter boa relação com Márcio Bittar. Com isso, seu nome estará na mesa de discussão para presidir a nova sigla no Estado.

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