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Política

Vice-prefeita Marfisa Galvão leva donativos até a casa das famílias beneficiadas no bairro da Paz

A prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) em parceria com a Universidade Federal do Acre

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A prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) em parceria com a Universidade Federal do Acre (UFAC), entregaram na tarde desta quarta-feira, 24, na Travessa Açaí e na rua Botafogo, que ficam no bairro da Paz, 106 kits de limpeza, 104 cestas básicas, 52 colchões e 7 kits de bebê.

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio da reitoria, foi quem doou os mais de 18 mil itens entre kits de limpeza, água mineral e álcool 70%. Segundo a reitora, Margarida Aquino eles irão retomar a produção desse material com a reativação do laboratório de produção de álcool em gel da Universidade. “Vamos começar a produzir álcool em gel para doar às famílias, principalmente para os abrigos e vamos reativar também o laboratório de máscaras caseiras”, explicou.

A Ufac tem sido uma parceira da Prefeitura desde o início da pandemia e irão continuar ajudando, colaborando e apoiando as ações do município. “Essa parceria nós pretendemos continuar e vai além dessa crise sanitária, crise migratória e do problema das enchentes”, concluiu a reitora.

Marfisa ajuda a carregar colchões e kits às famílias atingidas (Foto: Dircom)
Muitas famílias foram atingidas pela enxurrada do Igarapé Batista há cerca de quinze dias. Ainda há muita lama e sujeira no local. Dona Ivanilde Rocha diz que perdeu tudo o que tinha. “Sai só com a roupa do corpo. Eu e meu filho”, disse. Ela fez o cadastro com as equipes da SASDH e hoje recebeu colchão, kit de limpeza e uma cesta básica.

A vice-prefeita e secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Marfisa Galvão, fez questão de ajudar a levar os donativos até a casa das famílias beneficiadas que moram perto do Igarapé. Ela aproveitou para conversar com alguns moradores que reivindicaram uma limpeza no manancial. Para ela essa entrega está apenas começando. “Existe uma agenda e a prefeitura vai chegar até todos que precisam”, informou a vice-prefeita.

Marfisa falou ainda de outras ruas que serão beneficiadas. “Não vamos parar as entregas e eu acredito que a gente tem um trabalho ainda mais puxado pela frente. A gente conseguiu fazer o cadastro dessas famílias, mas existem outras que ainda estão chegando e que estavam na casa de parentes. E elas podem se deslocar até o CRAS Rui Lino e fazer a sua inscrição para que o benefício chegue na casa dela”, finalizou a vice-prefeita.

 

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Ao comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, Gladson destaca contribuição do Exército com o desenvolvimento do Acre

O governador Gladson Cameli recebeu o novo comandante da 17ª Brigada

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O governador Gladson Cameli recebeu o novo comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, general Jorge Augusto Ribeiro Cacho, nesta quarta-feira, 15. Durante reunião realizada no Palácio Rio Branco, o chefe de Estado aproveitou a oportunidade para agradecer e fortalecer o apoio institucional entre o governo do Acre e o Exército Brasileiro.

Cameli fez um retrospecto da relevância histórica dos serviços prestados pela instituição militar em prol do desenvolvimento e integração da Amazônia. No caso do Acre, Gladson destacou a abertura da rodovia federal BR-364 até o Vale do Juruá, no extremo oeste brasileiro. Para o governador, a atuação firme do Exército sempre será reconhecida pela população.

“Eu sou um grande admirador do Exército por sua seriedade, comprometimento e a qualidade na execução de seus serviços. Só de uma estrada ser aberta no meio da floresta na década de 70 demonstra a competência dessa instituição. Os acreanos serão sempre gratos por tudo que vocês fizeram e fazem pelo nosso estado”, afirmou.

Ao general Jorge Cacho, Gladson Cameli reforçou ainda a parceria institucional entre Estado e Exército nas áreas de segurança pública e, principalmente, infraestrutura. O governador citou a reconstrução das pistas de pousos e decolagens dos aeródromos localizados nos municípios de difícil acesso.

“Graças a parceria que firmamos, as pessoas que moram nos municípios isolados serão beneficiadas com essas obras de melhorias das pistas. A realidade da Amazônia é completamente diferente das demais regiões do país. Uma pista em boas condições evita que vidas sejam perdidas”, declarou.

O comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva explicou o motivo de sua primeira vinda ao estado e demonstrou o interesse de prosseguir com as parcerias exitosas já firmadas entre as duas instituições, bem como estabelecer novas cooperações.

“O Acre faz parte da área de responsabilidade da nossa brigada e faz parte da nossa missão acompanhar a conjuntura e estamos realizando uma inspetoria geral da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Aproveitamos também essa visita para conversar com o governador e estreitar os laços entre o Exército e governo do Acre. Estamos sempre abertos para continuar com as parcerias existentes e trabalhar para que outras sejam firmadas”, disse.

Presente no encontro, o secretário de Justiça e Segurança Pública, Paulo Cezar Rocha dos Santos, ressaltou os esforços do Estado no combate aos crimes transfronteiriços ao citar a criação do Grupamento Especial de Fronteira (Gefron), além da atuação humanitária das forças policiais acreanas na mediação da crise migratória provocada após o fechamento da fronteira terrestre entre Brasil e Peru.

“Constitucionalmente, sabemos que essas competências não são da nossa responsabilidade, mas esse foi um compromisso firmado pelo governador Gladson Cameli e estamos atuando fortemente neste propósito. Os números apontam que em 2018 foram apreendidos pouco mais de 800 quilos de entorpecentes. Somente este ano, já são oito toneladas apreendidas”, frisou.

 

A reunião contou ainda com a participação do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Paulo César Gomes; do chefe do Gabinete Militar, coronel Amarildo Camargo; do chefe do Estado-Maior Pessoal do Comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, tenente Émerson Valençuela da Silva; entre outras autoridades.

Wesley Moraes-Foto: Neto Lucena

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Governo encaminha ao Congresso plano de redução de benefícios fiscais

O governo encaminhou ao Congresso um projeto

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O governo encaminhou ao Congresso um projeto de lei que reduz incentivos e benefícios tributários de setores da economia. A Secretaria-Geral da Presidência informou hoje (16) que a medida é fruto do compromisso firmado entre o Legislativo e o Executivo para possibilitar o pagamento do auxílio emergencial em 2021, benefício que atende a população mais vulnerável durante a pandemia de covid-19.

A Emenda Constitucional nº 109/2021, que permitiu o auxílio este ano, concedeu seis meses para o governo propor uma redução de benefícios tributários, além de outras medidas fiscais para abertura de espaço no orçamento.

De acordo com a Presidência, o Plano de Redução Gradual de Incentivos e Benefícios Fiscais visa a adequação dos benefícios tributários ao Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). O objetivo é que, ao final de oito anos, os incentivos sejam mantidos em patamar igual ou inferior a 2% do PIB.

A Secretaria-Geral explica ainda que o plano foi elaborado pela Receita Federal e prevê um corte de mais de R$ 22 bilhões em gastos tributários, sendo R$ 15 bilhões cortados já no primeiro ano. As demais reduções serão feitas gradualmente, por meio da não prorrogação de outros benefícios fiscais que já tinham data certa para serem encerrados e que não mais serão renovados.

“Importante ressaltar que o Plano de Redução Gradual torna o sistema tributário mais justo e simples ao eliminar distorções, reduzir benefícios que não atingem finalidades relevantes para a sociedade e encerrar regimes tributários considerados obsoletos”, diz a nota.

Os regimes tributários especiais estabelecem uma forma diferenciada de tributação a determinados setores ou atividades empresariais. Os incentivos fiscais podem ser concedidos como descontos, isenção, compensação e outros modelos que diminuem a carga tributária com o intuito de incentivar o investimento e o crescimento em determinados setores.

A pasta não especificou quais benefícios serão cortados ou não renovados, mas afirmou que a medida não trará nenhuma alteração para os incentivos fiscais relativos à cesta básica, ao Simples Nacional (micro e pequenas empresas), à Zona Franca de Manaus, às bolsas de estudantes e outros mencionados na Emenda Constitucional nº 109/2021. O plano também não interfere nas imunidades tributárias previstas na Constituição.

A expectativa do governo é que o projeto seja aprovado ainda esse ano e iniciado em 2022.

Valéria Aguiar

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Câmara recoloca quarentena no novo Código Eleitoral

O plenário da Câmara dos Deputados concluiu

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O plenário da Câmara dos Deputados concluiu, na madrugada desta quinta-feira (16), a votação do Projeto de Lei Complementar 112/21, que trata do novo Código Eleitoral. O projeto foi aprovado na forma do substitutivo da relatora, deputada Margarete Coelho (PP-PI). O texto segue agora para análise dos  senadores.

Na principal votação, os deputados retomaram o tema da quarentena. Por 273 votos a 211, eles aprovaram a emenda que passa a exigir o desligamento de cargo, quatro anos antes da eleição, para juízes, membros do Ministério Público, policiais federais, rodoviários federais, policiais civis, guardas municipais, militares e policiais militares.

Na semana passada, o plenário havia aprovado destaque do PSL que retirou do texto da relatora uma quarentena de cinco anos para juízes e membros do Ministério Público. Na votação, 254 deputados votaram pela manutenção da quarentena, mas eram necessários 257 votos.

Na votação desta madrugada, outras situações de inelegibilidade serão extintas. Entre elas, a que impedia a candidatura de dirigentes não exonerados de responsabilidades pela liquidação judicial ou extrajudicial de instituições financeiras.

Quanto aos que podem ser inelegíveis por terem sido excluídos do exercício da profissão por infração ético-profissional ou demitidos do serviço público por processo administrativo ou judicial, a restrição será aplicada apenas se o motivo comprometer a moralidade para o exercício de mandatos eletivos.

No caso de condenações transitadas em julgado ou em segunda instância, o texto aprovado mantém a lista atual de crimes que implicam inelegibilidade, acrescentando aqueles contra a ordem tributária, contra a economia e as relações de consumo e contra o Estado Democrático de Direito.

*Com informações da Agência Câmara de Notícias

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