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Em Sena, Arraial da Igreja Católica começa no dia 1º de maio

Trata-se de um evento idealizado pelo Padre Paolino Baldassari

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Edinaldo Gomes, para o Senaonline.net

A igreja católica Nossa Senhora da Conceição, em Sena Madureira, confirmou para o dia 1º de maio o início do Arraial 2019. Trata-se de um evento idealizado pelo Padre Paolino Baldassari (em memória), cujo dinheiro arrecadado é investido em obras sociais mantidas pela igreja.

Durante todo o mês de maio a comunidade se reúne no pátio da igreja, após as novenas, para participar do arraial que oferece prendas variadas: Galinhas, bolos, pudins, dentre outras. Tem, ainda, o famoso “aviãozinho da sorte” – um dos principais atrativos para os participantes.

De acordo com o Frei Luiz, da igreja católica local, é de fundamental importância a participação da comunidade. “O mês de maio é um mês de louvor a virgem Maria e também um momento de nos encontrarmos, fazendo as nossas orações. É também o mês do arraial, criado pelo saudoso Frei Paolino e que hoje é organizado pelo Frei Moisés, pároco do município. Já estamos nos preparativos e esperamos contar com a participação da comunidade”, comentou o mesmo em entrevista às Rádios Difusora e Aldeia FM 105,9 MHZ.

As ‘noitadas’ do arraial são patrocinadas por vários segmentos da sociedade. Confira:

1º de maio: Apostolado da Oração, Legião de Maria e Irmandade das Dores

2 de maio: Hospital João Câncio Fernandes e Funasa

03 de maio: Escola Estadual Fontenele de Castro e Ifac

04 de maio: Escola Estadual Instituto Santa Juliana

05 de maio: Meios de comunicação – Rádios Difusora 670 KHZ, Aldeia FM 105,9 MHZ, Dimensão FM 104,9 MHZ, Correios, Pastoral da Comunicação e Catequese

06 de maio: Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Colônia dos Pescadores, Carpinteiros, Ferreiros, Marceneiros, Feirantes e Mecânicos

07 de maio: Depasa, Eletrobrás, Taxistas, Mototaxistas, Toyoteiros e Freteiros

8 de maio: Sepn, Seaprof, Idaf, Imac, Ibama, Cooperiaco, Casa do Seringueiro e ICMbio

9 de maio: Creches Padre Paolino e Criança Feliz

10 de maio: Escola Guttemberg Modesto da Costa e Euclides Cavalcante

11 de maio: Grupo de Casais e Lyons Clube

12 de maio: Senhoras Mâes, Misericórdia Divina e Catequese

13 de maio: Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Justiça do Trabalho, Conselho Tutelar, Cartório Eleitoral e 4ª Ciretran

14 de maio: Escola Municipal Leonice Bregence, escola Clarisse Assef, Fael, Unip, Unopar e Unigran

15 de maio: Bancários (Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Caixa Econômica Fedral, Bradesco, CredCaixa e Secretaria Estadual da Fazenda

16 de maio: Escola Municipal Messias Rodrigues e Escola Rural Charles Santos

17 de maio: Comércio local, Casa da Lavoura, Alvorada produtos Agropecuária, Agro Sena e Marca V5

18 de maio: Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Agentes Penitenciários e Centro Sócioeducativo Purus

19 de maio: Incra, INSS e Renovação Carismática Católica

20 de maio: Comunidade e devotos de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, Grupo da terceira idade, Aposentados e pensionistas

21 de maio: Câmara Municipal, Cedup, Pedreiros, Construtores e Escola Rural Comunitária II

22 de maio: Escola Raimundo Hermínio de Melo, escola Assis Vasconcelos, Arte do Sorriso, Dentista Popular, Mais Sorriso, Ortho Life, Consultório Dr. Ronie, Consultório Thales Nasserala, consultório Dr. Tony Gavino, Consultório Dra. Tatiana e consultório Mário Sato

23 de maio: Escola Eugênio Areal, escola Vicente Balbino, LabMed, Climege, LabClin, MedClin, Clínica Mageste, Laboratório Popular e Laboratório Remarque Queiróz

24 de maio: Escola Siqueira de Menezes

25 de maio: Prefeitura de Sena Madureira

26 de maio: Grupo Betânia e Deracre

27 de maio: Escola Iracema Modesto e Walfredo Guedes

28 de maio: Escola Eliziário Távora,Núcleo da Secretaria Estadual de Educação e Núcleo da Ufac

29 de maio: Escola de Ensino Médio Dom Júlio Mattioli e escola Raimundo Magalhães

30 de maio:Escola Chapeuzinho Vermelho, Escola Rural Porto Alegre e comunidades Paroquiais

31 de maio: Boa Vontade e Amigos do Paolino

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Martins do Banco do Brasil vence a Covid-19 após 18 dias entubado

O Ex-gerente da agencia do Banco do Brasil em Sena Madureira Martins Rodrigues foi acometido do vírus da Covid-19 que por pouco não tirou sua vida,

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O Ex-gerente da agencia do Banco do Brasil em Sena Madureira Martins Rodrigues, foi acometido do vírus da Covid-19 que por pouco não tirou sua vida, foram 18 dias entubado no hospital Santa Juliana em Rio Branco. Foi quando os médicos e familiares decidiram transferi-lo para o mesmo hospital com sede em Brasília. Lá Martins permaneceu por mais 40 dias, neste sábado (19) deixou o hospital em Brasília e já embarcou no avião com destino ao Acre, com previsão de chegada por volta da madrugada deste domingo.

Nossa reportagem conseguiu contato por telefone com ele no final da tarde deste sábado. Emocionado Martins agradeceu a todos os amigos e familiares que dobraram seus joelhos para orar a Deus pela sua vida, ainda cansado em uma cadeira de rodas Martins disse que sua total recuperação dependerá de muita fisioterapia, e logo  pretende voltar ao trabalho na agencia estilos em Rio Branco onde é gerente.

Em nome de toda a redação do Acreonline.net desejamos muita saúde amigo, que Deus continue te abençoando

Ronaldo Duarte

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Brasil alcança a marca de meio milhão de mortos pela covid-19

O Brasil tem 5.570 municípios. 49 deles tem mais de 500 mil habitantes. Desde o início da pandemia

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O Brasil tem 5.570 municípios. 49 deles tem mais de 500 mil habitantes. Desde o início da pandemia do coronavírus e a primeira morte no país por covid-19, ainda em março de 2020, 500 mil brasileiros perderam a vida em função dessa doença. O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), apela para que o país entenda que não estamos vivendo uma ficção: “Isso é uma realidade!”.

Rodrigo Resende

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Paquetá pode se tornar a primeira área livre da covid-19

A bucólica Ilha de Paquetá, com suas ruas de terra e casas históricas, estará na vanguarda da cidade do Rio de Janeiro

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A bucólica Ilha de Paquetá, com suas ruas de terra e casas históricas, estará na vanguarda da cidade do Rio de Janeiro nos próximos meses e poderá ser a primeira área da cidade a erradicar a covid-19. O passo mais importante para que isso aconteça ocorre amanhã (20), com a vacinação em massa promovida em um estudo da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Famosa nacionalmente como cenário do clássico A Moreninha, romance de Joaquim Manuel de Macedo, a ilha é localizada na parte mais interna da Baía de Guanabara e tem 4.180 moradores. Para chegar e sair do bairro, a barca é o único meio de transporte público, e as bicicletas e caminhadas substituem os carros nos 120 hectares de área da ilha.

Em uma transmissão ao vivo na internet com a Associação de Moradores de Paquetá (Morena), realizada na última semana, pesquisadores da Fiocruz e o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, explicaram como funcionará o estudo, que terá um ano de duração e espera antecipar os efeitos da vacinação que meses depois serão observados no restante da cidade. O imunizante utilizado será a vacina Oxford/AstraZeneca, que é produzida no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz).

“Nossa esperança e principal expectativa é que Paquetá seja a primeira área do Rio de Janeiro livre da covid-19, e a gente poder falar que estamos há tantos dias sem nenhum caso de covid-19 em Paquetá. A expectativa é que isso aconteça 14 dias após a segunda dose, mas pode acontecer de a imunidade coletiva ser até mesmo com a primeira dose. Vamos analisar diariamente a curva de casos”, disse Soranz.

Na quinta-feira (17), o trabalho começou a ser realizado com a coleta de amostras de sangue para testes sorológicos em 3 mil moradores de Paquetá que se apresentaram como voluntários. Entre os objetivos, o estudo quer monitorar a “soroconversão”, isto é, quem era soronegativo (não tinha anticorpos) e passou a ser soropositivo (com anticorpos). A pesquisa será capaz de diferenciar quem passou a ter anticorpos por causa da vacina e quem os adquiriu devido a uma infecção, e isso ajudará a verificar, entre outros pontos, o nível de proteção coletiva que será alcançado.

O infectologista da Fiocruz José Cerbino Neto explicou que a população será dividida em três grupos: quem já havia se vacinado, quem vai receber a vacina no domingo e quem não pode receber a vacina, como as crianças. Com isso, será possível conferir questões como a proteção já na primeira dose e o quanto a vacinação das pessoas em volta é capaz de proteger quem não foi imunizado.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 1.946 pessoas já haviam recebido a primeira dose de alguma das vacinas contra a covid-19 em Paquetá até o dia 17 de junho, e 1.132 segunda dose já haviam sido aplicadas nos moradores até a mesma data. A expectativa de Soranz é que o número de doses aplicadas neste domingo possa chegar a 1,6 mil.

Os pesquisadores explicam que quanto maior for a adesão da população ao estudo, maior será a possibilidade de extrair conclusões. A pesquisa é considerada um estudo de Fase 4, quando o que está em análise é a efetividade das vacinas “no mundo real”, conceito que é diferente de eficácia, que é o percentual de proteção medido pelos testes clínicos, em um grupo controlado e em comparação a um placebo antes da aprovação da vacina pelas autoridades sanitárias.

“O que a gente precisa fazer agora é a fase seguinte desses estudos”, acrescenta o infectologista Cerbino Neto. “São os estudos que a gente chama de ‘mundo real’, em que a gente aplica a vacina na população em um ambiente muito menos controlado”.

Estudo
A escolha de Paquetá para esse estudo passa por uma série de características, como o fato de ser uma ilha, com uma única entrada e saída. Além disso, o bairro tem apenas uma unidade de saúde, que, por sua vez, possui um cadastro de saúde da família bem consolidado com capacidade de monitorar a evolução dos casos.

O infectologista da Fiocruz disse ainda que o estudo em Paquetá terá características diferentes dos que foram realizados em populações maiores, como nas cidades de Serrana e Botucatu. Segundo o infectologista, com um grupo populacional menor em observação, é possível, por exemplo, analisar o deslocamento dos voluntários para fora da ilha e possíveis impactos que isso possa ter na efetividade da vacina. Apesar da análise mais completa, os dados e as informações médicas dos moradores serão mantidas em sigilo.

“A gente vai poder avaliar questões de segurança da vacina, eventos adversos em uma escala maior e com controle mais fino. A gente vai poder ver a resposta da vacina para as diferentes variantes. Todos os casos de covid-19 que eventualmente apareçam a gente vai genotipar para saber que variante é aquela. São respostas muito importantes nesse momento”, explica Cerbino Neto.

“Paquetá está na vanguarda da estratégia de vacinação da cidade. A gente vai começar por Paquetá e os resultados que a gente encontrar vão ajudar muito nas políticas de controle para o resto da cidade”.

Evento-teste
Oito semanas após a primeira dose, haverá uma nova vacinação em massa para completar o esquema vacinal dos participantes do estudo. O intervalo de oito semanas está dentro da janela de oito a 12 semanas recomendada para a aplicação da segunda dose da AstraZeneca e permitirá obter os resultados mais rapidamente do que com o intervalo de 12 semanas. A expectativa dos pesquisadores é que 14 dias após a segunda dose a circulação do vírus tenha sido reduzida ou zerada, abrindo caminho para a realização de um evento-teste na ilha.

O evento será realizado no Parque Darke de Mattos, um local aberto, e só poderão participar moradores de Paquetá que tenham sido vacinados. Essa etapa do estudo depende de uma grande adesão à vacinação e permitirá observar se o vírus será capaz de circular em meio a uma população vacinada, que será dispensada do uso de máscara nessa ocasião, segundo Cerbino Neto.

“A ideia é que seja um evento ao ar livre, em que as pessoas possam participar sem máscaras. A gente acredita que mesmo que haja uma pessoa infectada naquele ambiente, o fato de ter um cinturão com um grande número de pessoas vacinadas não vai permitir transmissão do vírus. Isso é que é a proteção coletiva, a imunidade de rebanho. Mas isso vai depender da adesão da população ao estudo”, explica o infectologista, que afirma que essa adesão também vai determinar a data e o formato do evento.

Edição: Fernando Fraga

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